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PROSTITUIÇÃO OU DESESPERO?

É bem provável que você já tenha se deparado com diversas propagandas de imobiliárias e/ou corretores em um único imóvel. Essa prática ajuda o proprietário do imóvel a alugar ou vender seu imóvel ou pode levar uma imagem negativa? Tanta propaganda concentrada no mesmo imóvel pode ser entendida como um desespero do proprietário? Seria falta de ética profissional das imobiliárias e/ou corretores esse tipo de prática? Será que possuir muitas opções profissionais seria uma forma de garantir a rapidez na venda ou locação do imóvel? Neste artigo venho abordar um pouco sobre estas perguntas e muito mais sobre esse tema que é importante para os proprietários de imóveis, imobiliárias e corretores de imóveis.

A falsa ideia de que quanto mais empresas e profissionais envolvidos na venda de um imóvel maior será a possibilidade de vender em um curto período de tempo. Muitas pessoas acreditam que o maior número de imobiliárias e corretores garantem uma liquidez maior na hora de vender um imóvel. Nesse caso, é preciso falar a verdade sobre essa prática. Infelizmente, essa prática mais prejudica do que ajuda um proprietário de um imóvel a vender seu imóvel.

Quando um possível comprador vê um imóvel cheio de propaganda onde diversas imobiliárias e corretores colocam suas placas de venda acabam tendo a impressão de que o proprietário do referido imóvel está desesperado para vender. E quando essa impressão é passada, o comprador vai procurar negociar pelo menor valor possível. Além disso, ainda pode pairar sobre o possível comprador a desconfiança de que o imóvel está com algum problema sério. Seja em relação à sua documentação ou a sua estrutura de construção. Quiçá alguma pendência na justiça que após a compra, aparecerá uma série de dívidas que deverão ser pagas.

Contudo, ainda, temos a questão do valor do imóvel que será o mesmo para qualquer uma das empresas e corretores envolvidos. O comprador vai ter que fazer escolher em qual placa ele se agrada mais para fazer contato. Acabando por escolher como se fosse um jogo de “uni, duni, tê”.

Empresas que se sujeitam a este tipo de situação na venda de um imóvel, certamente não possuem o necessário para dar o melhor suporte e atendimento aos vendedores e aos compradores. Salvo algumas raras exceções. As imobiliárias e os corretores perdem completamente o interesse em trabalhar o imóvel. E a explicação é bem simples. Como há vários agentes envolvidos, o imóvel deixa de ser anunciado, pois se outro agente vender, aquele que estava com o imóvel sendo trabalhado, acaba perdendo dinheiro. Pois as propagandas, as apresentações, os impulsionamentos dos anúncios são onerosos para quem está intermediando a venda.

A pergunta é: Por que vou investir em anúncios de um imóvel caso outro agente vender? Não faz sentido promover um imóvel onde um vende e ganha seus honorários e outro que anunciou fica a ver navios. E nesse caso, o proprietário do imóvel, acaba tendo maior prejuízo que devido, pois muitos contratos que não são exclusivos acabam gerando um custo para os proprietários caso outro agente venda o imóvel, este ter que custear as propagandas e os trabalhos feitos pelo agente que trabalhou o imóvel e não vendeu.

 Todo cuidado é pouco. É muito importante que o proprietário de um imóvel tenha a certeza de que ao contratar uma imobiliária ou um corretor, tenha a certeza de que este tem as competências necessárias para que o imóvel seja vendido o mais breve possível.

Também é muito importante que seja esclarecido que as imobiliárias e os corretores atuam em conjunto em vendas de imóveis. Geralmente sob a forma de parcerias e com isso ampliando para os proprietários as chances de venda. Nestes casos os agentes dividem os honorários conforme o combinado entre eles. E dessa maneira eliminando aquela poluição de placas de vendas do imóvel. Então, podemos concluir que em casos como este, menos é mais. E aos proprietários, a facilidade de cobrar de apenas um envolvido ao invés de vários pelos trabalhos a serem promovidos para a venda do seu imóvel. Aos possíveis compradores, o profissionalismo apresentado gera valor para o imóvel. Acaba sendo uma maneira de trabalho onde todos os envolvidos saem no ganho.

Leandro Loyola

A FÁBULA DO BURRO


Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a ferir-se, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso, o animal zurrou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma cruel decisão: concluiu que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria de ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço. Triste e contrariado, chamou os seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar burro do jeito que estava; vivo. Cada um deles pegou uma pá e começou a atirar terra para dentro do poço. O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e zurrou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas tantas pás de terra que levou.

O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali a trote. 

(Autor desconhecido)

A vida vai jogar-lhe muita terra nas costas. Principalmente se já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um dos nossos problemas, é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que lhe atiram para seguir adiante!

Recorde-se dos 5 regras para ser feliz:

1. Liberte o seu coração do ódio.
2. Liberte a sua mente das preocupações.
3. Simplifique a sua vida.
4. Dê mais e espere menos.
5. Ame-se mais e...aceite a terra que lhe jogam. Ela pode ser a solução, não o problema.

COMO DESTRUIR UMA REPUTAÇÃO

 A guerra das narrativas ideológicas, as mentiras sutis da imprensa militante, as “fake news”, os sombrios acordos nos bastidores da vida pública, os acertos de contas, as maquinações intelectuais, as alianças por conveniência, a corrupção generalizada, as fraudes e tudo de ruim que você possa imaginar existe na política brasileira.

Com a polarização política no Brasil chegando aos extremos, cada vez mais veremos casos absurdos de atos de destruição de reputação que farão os autores de livros de ficção científica e de tramas policiais meros amadores da literatura.

Como se trata de uma área com múltiplas maneiras e formas de atuação, serei o mais breve possível nesse texto e darei aqui algumas ferramentas para você que busca por conhecimento neste mar revolto da política brasileira no tocante ao que é feito para destruir a imagem de uma pessoa.

A primeira coisa que você precisa saber sobre essa máquina de moer gente chamada política, tenha a certeza que a verdade é a primeira a morrer nessa guerra de narrativas. Assim como acontece numa guerra real, na guerra política a primeira coisa que morre é a verdade. Logo, você precisa se manter sempre buscando informação em diversas fontes de notícias e preferencialmente, em fontes de diferentes correntes políticas.

Não é necessário dizer que a mídia tradicional (rádio, revista, televisão e jornal), são as detentoras da audiência da grande maioria da população brasileira. Porém, com a popularização da internet, (principalmente das redes sociais), a sua relevância tem se perdido de forma exponencial.

Como os meios de comunicação tradicionais são empresas que recebem do erário para veicularem propagandas pró-governo, é comum esperarmos uma certa “boa vontade” desses meios em amenizar as notícias e negar as informações que possam causar mal estar em seus anunciantes. Além dessa situação, os meios de comunicação tradicional perseguem todo e qualquer político que venha atentar contra a possibilidade de não fazer propagandas pagas nesses meios.

 As redes sociais também não são diferentes. Estas redes são meios de comunicação do tipo “boca a boca” e podem causar estragos tão grandes quanto os meios de comunicação tradicionais. As redes sociais possuem duas características que precisam ser divididas. A primeira é a militância que tem por finalidade o embate ideológico não sendo remuneradas e a segunda característica são os grandes influenciadores que remunerados fomentam em grande parte as narrativas de quem os financiam.

E nesse meio onde a informação circula sendo ela verídica ou não, estão as pessoas que pouco ou nada sabem que nos bastidores da política há uma guerra fervorosamente sendo travada. Infelizmente, assim como na guerra, as pessoas são o alvo que mais sofrem com toda guerra de narrativa. E podemos afirmar sem medo algum de errar que a mídia tradicional é exímia produtora de conteúdo dúbio que usa de sinônimos e subterfúgios gramaticais para levar até o seu público aquilo que ela deseja informar. Sempre agindo de forma sutil e inteligente, a grande mídia tradicional é capaz de influenciar sem mentir, bastando apenas deixar a mensagem nas entrelinhas ou mesmo usar de termos que podem ter interpretações diversas.

Então, vamos abordar agora em como destruir uma reputação, que é o intuito desse texto. A primeira coisa que se precisa conseguir é uma pessoa para ser odiada. Ela precisa servir de bode expiatório.  E deve ser imputada nessa pessoa tudo de ruim que possa existir. É preciso pegar todas as falas, gestos, imagens fotográficas e usar contra ela, retirando de contexto e viralizando nas redes sociais. A grande mídia tradicional ou “imprensa de gravata”, não se sujeita a tal “baixaria”, por assim dizer. Ela vai agir de outra forma; vai usar de todos os seus funcionários e repórteres investigativos para encontrar no passado algo que possa condenar a pessoa escolhida como alvo. Também vai fazer intrigas relacionando crimes que possam ter acontecido com seus opositores políticos e de uma maneira agir para que fique subentendido que houve participação do candidato alvo.

Como sabemos, o Brasil possui um sistema corrupto em todas as esferas, sim, eu disse todas! Pois se observarmos em nossa história recente até na Justiça há corrupção. Vide o caso do juiz Nicolau dos Santos Neto (juiz Lalau) que desviou dinheiro das obras do TRT-SP.

E como podemos nos defender dessa guerra de informação versus desinformação? A solução não está nas empresas de fake check (checagem de mentiras) e muito menos na Justiça. Mas sim em você, leitor(a). Você precisa ter mais de uma fonte de informação. Buscar por sua própria conta as diversas fontes de informação. E principalmente, entender o viés ideológico de cada uma. Assim você irá construir um sólido conhecimento além de ter uma opinião formada por você e não por aqueles que desejam te manipular. Trarei mais textos sobre esse assunto, abordando de forma mais específica dada maneira de se destruir a reputação de alguém.

Assim, você será capaz de se defender daqueles que caluniam, mentem e torcem a informação levando as pessoas ao erro. E tenho a firme convicção de que você não quer errar!

Leandro Loyola

A CERVEJA, O AMIGO E A CACA DA PAZ

 

Dizer que o atual presidente da república é mentiroso não é o suficiente para quem o apoia entender que de fato, ele mente. Mostrar fatos em vídeo do mesmo fazendo uma promessa de campanha e depois de eleito agir exatamente contrário à sua promessa é inútil. Ação esta, a mesma que ele acusava o seu maior opositor de fazer se caso eleito fosse, também não faz o devotado eleitor acreditar que está agindo exatamente conforme sua acusação. Infelizmente, há uma lavagem cerebral tão intensa que vem desde a formação escolar até a vida adulta onde a esquerda vem deturpando a realidade brasileira. Corroborada pela mídia militante e por decisões judiciais que beiram a parcialidade, encontramos pessoas incapazes de formarem suas próprias convicções apoiadas em fatos reais, na história, nas ações e nas suas próprias experiências.

Apenas para lembrar de um fato recente, o atual presidente, disse que resolveria o conflito entre a Rússia e a Ucrânia tomando uma cerveja juntamente com as partes envolvidas. Tamanha é a prepotência em se considerar uma liderança capaz de resolver um conflito de enorme magnitude, onde pessoas estão morrendo vítimas de bombas e tiros, o presidente brasileiro faz pouco caso. É por isso que o Brasil é tido como um anão diplomático diante dos demais países.

Como é notório, o presidente em exercício é amigo íntimo de ditadores de tal maneira, que recebeu a visita do presidente da Venezuela Nicolás Maduro quando empossado aqui no Brasil. Uma verdade gravada em vídeo, distribuída pela imprensa e que o nosso supremo não tem condições de questionar a veracidade dessa amizade após o fato consumado em tantos canais de comunicação.

Agora está se avizinhando uma contenda entre a Venezuela e a Guiana, onde a Venezuela reclama para si a região do Essequibo, que corresponde dois terços da Guiana, ou seja, 75% do território guianês. E como fica a posição do Brasil? E a nossa soberania? Já que fazemos a tríplice fronteira com os países envolvidos no conflito e podemos ter nosso território aviltado com a ação de agressão da Venezuela contra a Guiana, quando blindados atravessarem nosso território para tal intento.

Será que a cerveja irá resolver trazendo paz entre os países e para a região norte do Brasil? Imagine você, que está lendo este artigo, o quanto de refugiados irão migrar para o Brasil pedindo asilo. O regime bolivariano da Venezuela já causou um enorme prejuízo ao cofre brasileiro com a fuga de pessoas miseráveis e perseguidos políticos. Com a iminente guerra, não serão apenas mais venezuelanos a virem para o Brasil, mas sim, guianeses fugindo da morte e miséria também.

Mas para o presidente, a cerveja é a melhor das embaixadoras. Ela é capaz de sorver os espíritos contendores em almas apaziguadas. E dessa forma, trazer a paz representada por uma pomba branca... Não duvide, a pomba, enviou todo seu amor ao nosso presidente!

Leandro Loyola

PROFISSÃO: BANDIDO

 

Somente criminosos consideram o crime uma profissão!

Este artigo certamente esbarrará em várias opiniões contrárias. Você pode não concordar com o exposto, mas que a reflexão sobre essa situação em que vivemos é imprescindível. O crime não compensa, segundo o ditado popular, porém no Brasil, se o indivíduo é famoso, tem muito dinheiro, possuidor de alta influência social, blindagem do judiciário ou tem poder político, certamente compensa! Não precisa ser nenhum sábio para entender que as pessoas que possuem tal condição recebem a benevolência da nossa justiça. Fatos relevantes sobre a criminalidade no Brasil são de notório saber de toda nossa sociedade. As estatísticas oficiais são aterradoras quando o assunto é a criminalidade em suas diversas formas e abordar sobre esse tema é um grande desafio.

Vivemos em um país violento, certo? Errado! O problema da violência não está essencialmente nos altos índices que nos são apresentados, mas sim na deficiência de investigação, na falta de um processo legal e principalmente na qualidade da execução penal do nosso país. Podemos afirmar sem nenhum remorso sobre isso, pois se olharmos a violência cometida em outros países, principalmente países ditadores e fechados à divulgação de dados sobre a violência, certamente não somos um país violento. Bem como, países tidos como de primeiro mundo a violência é muito maior do que no Brasil.

Para darmos exemplos práticos sobre isso, vamos falar da China e dos Estados Unidos. Enquanto o primeiro (até onde nos é permitido saber), comete crimes praticados pelo próprio governo e o outro sofre com crimes violentos de diversos segmentos; indo desde crimes comuns como assassinatos até o terrorismo como o caso dos atentados de 11 de setembro de 2001. A China, por exemplo, persegue religiões inclusive mantendo pessoas presas, como os judeus foram na segunda guerra mundial, por causa da etnia e da religião. Diversas proibições são feitas a manifestação da fé por parte dos cristãos e mulçumanos naquele país. Mas nosso foco é o Brasil e o que este artigo traz é o que vivemos na atualidade e o que devemos refletir sobre o problema.

A maior crise que podemos perceber no Brasil é a crise moral que acaba criando uma inversão de valores. Onde o criminoso, com comprovada vida à margem da Lei é tratado com zelo e sentimento de culpa de parte sociedade, como se esta fosse responsável pela situação em que o criminoso se encontra. Esta afirmativa é tão preocupante que vemos criminosos sendo tratados como celebridades, quando deveriam ser tratados como criminosos.

A sociedade que sofre os danos causados por estes criminosos acaba perdendo a credibilidade no sistema judiciário e na execução penal. Já que os benefícios cedidos aos bandidos para redução da pena são diversos, em detrimento do sistema penal ser deficitário e a superlotação promover o descaso do Estado em manter afastado da sociedade criminosos que deveriam estar encarcerados para que sejam reabilitados para a vida em sociedade após o período de detenção.

Além dos crimes violentos, temos visto uma série de ações contra políticos que ao invés da Justiça se preocupar com a corrupção, está mais focada nos argumentos que segundo alguns juízes, são mais danosos ao Brasil como os ataque à Democracia do que os roubos dos cofres públicos. Assim, a guerra de narrativas acaba sendo mais prejudicial ao nosso país do que a corrupção propriamente dita.

Baden Powell, fundador do movimento escoteiro certa vez afirmou que se estivermos em dúvida, devemos buscar nas nossas bases as orientações para que possamos voltar ao rumo. O que quer dizer que devemos rever os princípios que regem nossa sociedade. E pararmos de criar narrativas. E assim esperamos que o nosso país volte aos trilhos do desenvolvimento e principalmente da justiça como tem que ser. Não cabe mais a sociedade brasileira ver com assombro tamanhos desmandos na política, na justiça e na mídia. Enquanto estivermos assim, o crime no Brasil será compensador para o criminoso.

NÃO DESPERTE O DRAGÃO

A gana da esquerda em trazer a direita para o seu campo de jogo onde certamente são mestres pode fazer o tiro sair pela culatra. Como dizia Mark Twain: “Nunca discuta com pessoas burras, elas vão te arrastar ao nível delas e ganhar de você por terem mais experiência em serem ignorantes.”

Durante os últimos quatro anos do governo Bolsonaro, a direita foi perseguida de diversas formas e como tal aprendeu o modo de operação da esquerda e dos seus militantes na esfera política, judiciária, legislativa, na imprensa e até mesmo na caserna.

Ao tentar atribuir ao ex-presidente Bolsonaro todas as ações que vão de encontro a Constituição, à Democracia e aos poderes constituídos, não perceberam que se trata de um movimento popular e sem liderança, assim como começou há alguns anos antes do impeachment da Dilma. É o brasileiro que está protestando e não militantes. Essa é a grande diferença. Bolsonaro é apenas a consequência de uma política suja e corrupta que impregnou inúmeros setores dos três poderes no Brasil. São essas pessoas que estão querendo um país verdadeiramente justo.

Em frente aos quartéis os manifestantes entoavam canções cívicas nacionais. Clamavam por LIBERDADE. Liberdade que veio com a independência do Brasil das mãos do colonizador. Assim como os Dragões da Independência defenderam e defendem uma pátria LIVRE. Estes dragões que estiveram em frente aos quartéis foram acordados. Inúmeros vídeos já estão circulando pelas redes sociais levando a verdade e sendo distribuídas de forma descentralizada levando a verdadeira verdade a todo cidadão brasileiro. E não reportagens manipuladas cheias de gatilhos mentais tentando criar uma narrativa contra o movimento patriótico que ora vemos.

Acordar o dragão como a esquerda deseja não irá iniciar uma guerra civil para dar ao Lula condições de acionar as FFAA contra a própria população e se perpetuar no poder como o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro. Aqui não... os dragões da independência irão sair de frente dos quartéis e irão novamente para as ruas pedindo os impeachments de notórios traidores da pátria. E contra esses dragões não há que vença!

Leandro Loyola

O MARIMBONDO VERMELHO E O ESTOURO DO GADO

 

“Entre mortos e feridos, que danem todos”

Com as ocupações ocorridas no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Supremo Tribunal Federal, no domingo dia 8 de janeiro de 2023, tentarei ser o mais breve possível neste artigo, pois resumir toda uma história em poucas palavras certamente é uma tarefa muito complexa. Quem acompanha os acontecimentos políticos no Brasil entenderá melhor o texto que apresento.

Existe uma série de perguntas que precisam ser respondidas e creio que a principal delas seja. Por que agora? Após tanto tempo das eleições, por que somente agora os manifestantes iriam se rebelar ao ponto de depredar as instalações públicas dos três poderes? Se observarmos as pessoas que faziam as manifestações em frente aos quarteis confirmamos que a grande maioria eram compostas por pessoas de idade, provavelmente aposentadas. Além delas, mulheres acompanhadas por crianças e homens que ali ficavam por segurança. Como esperar que essas pessoas seriam capazes de promover tal invasão? A conta não fecha.

De repente aparecem diversos ônibus compostos por pessoas que arrebanharam os manifestantes e então promoveram os episódios de invasão de depredação do patrimônio público. Vieram como uma onda. Algo que nos faz lembrar do modo como a esquerda costuma promover seus protestos. Observando imagens da mídia um ônibus em particular me chamou a atenção. Todos os ocupantes sentados vestidos com camisas amarelas e um ocupante em pé, com uma camisa social azul clara. Destoava dos demais componentes do ônibus. Mas este falava para todos como se instruísse o que precisava ser feito. As imagens foram transmitidas pela rede Globo.

Outro questionamento que venho fazer é sobre a falta de segurança em relação aos prédios que possuem documentos sensíveis aos interesses nacionais e à segurança nacional como o Palácio do Planalto e os processos que estão em julgamento no Supremo Tribunal Federal. Não considerando os projetos no Congresso Nacional que podem causar verdadeiros atrasos ao Brasil. Por onde andava a segurança dos 3 poderes? Lula tem culpa disso, já que ele agora é o presidente do Brasil. Tem que ser responsabilizado por permitir a fragilidade da segurança sabendo que haveria protestos e que estava chegando mais protestantes. Falhou em reforçar a segurança e ainda pior... falhou em enviar agentes de segurança para interromper imediatamente a invasão inicial que se deu no Congresso Nacional.

Especulo que tenha sido conveniente permitir todo esse quebra-quebra. Assim pode o governo solicitar mais dinheiro ao congresso para fazer os devidos reparos e com isso superfaturar nas obras dos três poderes. Também faz com que a opinião pública que sempre foi pacifista e via com bons olhos os manifestantes mudar de opinião ao ver todo o estrago promovido pelos mesmos. Gostaria de entender como uma pessoa que se diz patriota destrói um bem público do seu país. Novamente tenho que dizer que a conta não fecha.

Tudo que a esquerda precisava era acabar com as manifestações que pela resistência ao longo de meses deram tempo suficiente para criarem uma estratégia que implodisse com as manifestações. E nada melhor que os manifestantes fossem responsabilizados pela bagunça. E como fazer isso? Simples! Se aproveitando do efeito manada!

Bastava uma pessoa começar a confusão para que todos seguissem, já que a insatisfação era um sentimento geral e se aproveitando desse estratagema a esquerda promoveu o estouro do gado bastando apenas um marimbondo vermelho.

Leandro Loyola

O GALO E A RAPOSA


Conta a fábula que...

Empoleirado em um alto galho de árvore, o galo estava de sentinela, vigiando o campo para ver se não havia perigo para as galinhas e os pintinhos que andavam à procura de minhocas. A raposa, que passava por ali, imaginou o maravilhoso almoço que teria se comesse um deles. Quando viu o galo de vigia, a raposa logo inventou uma história para enganá-lo.

_ Amigo galo, pode ficar sossegado. Não precisa cantar para avisar as galinhas e os pintinhos que estou chegando! Eu vim em paz.

O galo, desconfiado, perguntou:

_ O que aconteceu? As raposas sempre foram nossas inimigas. Nossos amigos são os patos, os coelhos e os cachorros. Que é isso agora?

Mas a espertalhona continuou:

_ Caro amigo, esse tempo já passou! Todos os bichos fizeram as pazes e estão a conviver em harmonia. O leão decretou que não podemos mais nos agredir e nos alimentar de outros animais. Não somos mais inimigos. Para provar o que digo, estou com o decreto do leão, nosso rei, aqui comigo! Desce e leia por si mesmo! Mas o galo não era tolo e estava desconfiado das intenções da raposa. Então, perguntou:

_ Tens a certeza de que os bichos são todos amigos agora? Isso quer dizer que não tens mais medo dos cães de caça?

_ Claro que não! - confirmou a raposa.

Então o galo disse:

_ Ainda bem! Porque, daqui de cima estou vendo uma matilha de cães vindo para cá. Mas, não há perigo, não é mesmo?

_ O quê?! - gritou a raposa, apavorada e tremendo de medo, fugiu, disparada, antes que os cães chegassem.

Então gritou o galo:

_ Não temas, raposa! Mostre o decreto para os cachorros!

(Adaptado das Fábulas de Esopo)

As lições dessa história:

O galo representa a sociedade desarmada, servil e pacífica. O leão nossos legisladores. Os cães nossas forças armadas e a raposa, o nosso judiciário. A raposa se utiliza das leis em interesse próprio e não como mecanismo de justiça e igualdade. Assim está nosso judiciário. Que fazem interpretações que ferem princípios doutrinários do Direito. É o juspositivismo que acreditam estar acima de muitas coisas, até mesmo do jusnaturalismo. E procuram impor a sua vontade com a legitimação de seus atos através de leis interpretadas como convém seus próprios interesses. Então a sociedade representada pelo galo, que não possui nenhuma forma para se defender fica à mercê de qualquer ação arbitrária e de abuso de autoridade por parte do judiciário brasileiro. E então, deixo aqui uma pergunta:

Quando a raposa deixará de ser uma ameaça à sociedade brasileira?

por: Leandro Loyola

O FUTURO DA REVISTA QSO

 Vivemos numa era onde as mídias se tornaram veículos de informação cada vez mais eficazes. Tanto no sentido da informação como da desinformação. A produção da informação nunca passou por tamanha velocidade e tamanho volume. Hoje em dia o consumo de informação se tornou um problema para quem busca algum assunto específico. São tantos meios de se obter conhecimento que ficamos com a sensação de que iremos explodir com a tamanha quantidade de assuntos que encontramos na internet e especialmente nas redes sociais. 

A televisão que um dia foi a rainha dos lares no horário nobre, atualmente passou a ser a segunda tela nas residências do Brasil. Basta observar quando uma família se reúne na sala, a televisão está ligada em um canal qualquer e as pessoas sentadas nos sofás estão com seus telefones, tablets ou notebooks fazendo o uso da grande rede. Nós estamos conectados com o mundo como nunca estivemos antes e desconectados das pessoas próximas a nós como nunca estivemos.

Algumas mídias deixaram de existir, eram o prenúncio de novas redes mais robustas. Lembramos aqui o ICQ, MSN, ORKUT, que foram as precursoras das redes sociais que conhecemos hoje. O e-mail ainda continua de maneira moderada. Ainda muito utilizada pelas empresas tanto para o marketing quanto para comunicação.

Lembramos que o advento do correio eletrônico revolucionou a forma como nos comunicamos. Muitos diziam que os serviços postais iriam acabar. Havia uma verdade parcial nessas assertivas. Os Correios realmente tiveram que se reinventar para continuarem existindo. Muitos serviços se tornaram obsoletos como exemplo o telegrama e o telégrafo (este já extinto dos serviços dos Correios). Uma prática que antes só perdia para a aquariofilia (criação de peixes) era a filatelia (coleção de selos), hoje já em profundo declínio. Atualmente os serviços que mais faturam para os Correios é a entrega de encomendas realizadas por meio virtual onde a empresa aproveitou sua infraestrutura logística e implementou este serviço. Porém mesmo assim, surgiram diversas empresas logísticas que estão começando a fazer frente a este serviço da ECT que é efusivamente questionada pelos seus usuários da baixa qualidade no trato com as encomendas e os prazos que dificilmente são cumpridos. Isso quando não há greves que causam transtornos aos seus clientes.

Com a evolução das telecomunicações, em especial a telefonia, com a evolução do telefone e de incontáveis aplicativos para estes pequenos aparelhos e a popularização da internet, ficou claro que os orelhões, seriam também alvo da obsolescência. Para os mais antigos, os orelhões de ficha cederam lugar para os orelhões de cartão que caíram na obsolescência após a chegada e popularização dos celulares. Não esquecendo que a evolução tecnológica que tornou possível a retirada de botões destes aparelhos para toques na própria tela fizeram uma outra revolução sobre a própria revolução nas telecomunicações.

Não há dúvidas que o maior promotor de toda essa evolução, sem sombra de dúvidas foi a internet. Os computadores, se tornaram cada vez mais pessoais e cada vez mais populares. E os sites, blogs e as redes sociais tornaram o conhecimento mais disseminado e cada indivíduo um potencial produtor de conteúdo, além de também ser um consumidor.

Cabe também atentar para a produção literária que antes era praticamente impressa e passava por um sistema muito complexo de produção. Essa produção sempre envolveu muitos custos financeiros e demandava muito tempo para edição, publicação e distribuição. Como a internet veio trazendo informação praticamente em tempo real, o mercado produtor de conteúdo sentiu a necessidade de se reinventar, assim como os Correios e demais empresas tiveram que fazer. Para abordar melhor sobre esse tema, vamos falar de jornais impressos, livros e por fim, as revistas. Dessa maneira entraremos de fato na matéria sobre o futuro da revista QSO.

Os jornais impressos sentiram a pressão dos sites de notícias nas últimas décadas

Esta afirmação é uma verdade, quando percebemos os inúmeros títulos de jornais que as bancas vendiam e hoje ainda persistem única e exclusivamente para atender a um público de pessoas idosas que ainda não migraram para a informação digital. Essas pessoas se habituaram a sempre consumirem notícias do dia anterior. Pois sempre foi assim que os jornais trabalhavam as notícias. O fato acontecia e então ia para a redação que buscava implementar a notícia buscando aprofundar mais a informação. Também haviam as colunas, os cadernos que sempre traziam um assunto interessante além das notícias. Mas com a internet e os sites de notícias em tempo real, além da segmentação da informação, tornando-a mais próxima dos consumidores, muitos jornais fecharam. Cabe ressaltar que o custo de produção de jornais envolviam uma grande quantidade de pessoas, desde a captação da notícia até a impressão e distribuição eram muito dispendiosas. E a produção de notícias em um portal de notícias digital seria muito mais econômico e eficiente para quem vive desse tipo de mercado. O fim dos jornais impressos certamente chegará. É uma questão de tempo.

E os livros, como ficam no mundo cada vez mais digital?

Um fato muito interessante que podemos analisar é a indústria literária. O costume do uso de livros na formação do indivíduo faz criar uma certa “dependência” do uso do livro impresso. Pois o hábito de estudar requer fazer anotações, marcações em texto, folhear rapidamente páginas, enfim, a facilidade de uso é notória. Portanto vemos os livros ainda sobrevivendo ao mundo digital por mais algumas décadas. Mas que a tecnologia um dia chegará para facilitar essa mudança não temos dúvida nenhuma.

Para se ter uma ideia do quanto se avançou nesse sentido, os e-readers (leitores eletrônicos) que são aparelhos semelhantes aos conhecidos tablets possuindo uma tela especial chamada de e-paper (papel eletrônico) e com um sistema de apresentação de leitura conhecida como e-ink (tinta eletrônica) sem a retro iluminação dão a sensação de que estamos realmente com uma folha de papel nas mãos. Ainda é uma tecnologia em preto e branco, mas já há diversos projetos em andamento para melhorar ainda mais esse hardware com a possibilidade de tornar coloridas as telas, aumento da velocidade de processamento, durabilidade das baterias, marcações, pesquisas e uma série de possibilidades interativas que provavelmente irão desbancar os livros como conhecemos. Já que será possível levar uma biblioteca inteira nesses aparelhos. Os livros publicados nesses formatos são conhecidos como ebooks e possuem diversas extensões onde as mais utilizadas são EPUB e MOBI.

E as revistas?

As revistas, por serem periódicas, geralmente quinzenais e mensais em sua grande maioria também passaram pelos mesmos problemas dos jornais impressos. Muitas também foram descontinuadas e passaram a existir exclusivamente digitais.

Num primeiro momento das revistas, as distribuições eram feitas em arquivos no formato PDF, assim como é feita a distribuição da revista QSO. Mas, acabaram sendo descontinuadas pois também demandavam um alto custo de produção, já que a diagramação da revista digital neste formato passou a ter dificuldade de se adaptar em telas distintas. Ou seja, os diferentes tamanhos e resoluções de telas em que elas eram consumidas, por exemplo: a apresentação de um formato fixo em PDF no celular é diferente numa tela de tablet e numa tela de computador. Além de considerar que o leitor deve receber a notificação da revista e/ou fazer o seu download para poder ter acesso à leitura.

A revista QSO, percebeu esse problema e para resolver a questão da leitura em telas diferentes mudou o formato de editoração, passando a produzir os textos e imagens em colunas, assim facilitaria para quem costuma fazer a leitura pelo celular, já que este aparelho é o mais utilizado pelos nossos assinantes para leitura. As outras telas a leitura é mais fluida.

Um outro fato é que ler em tela é altamente desgastante e conteúdos muito longos tornam cansativo a sua leitura. Por isso, na era da informação em que vivemos, produzir textos mais enxugados e com mais objetividade é uma necessidade.

Estamos atentos a tudo isso e por esse motivo, a revista QSO está repensando sua maneira de distribuição de conteúdo. Provavelmente, em 2023 a revista QSO poderá encerrar suas publicações como a conhecemos hoje. Ainda estamos estudando a melhor maneira de mantermos vivo esse projeto que inicialmente iria dar suporte aos outros projetos que estamos constantemente anunciando na revista todos esses anos como o Canal QSPapo e os podcasts QTCNews, QSPlay, Contos do Rádio, On The Road e No Balaio. Todos esses projetos são muito maiores do que a revista em si e consequentemente a aquisição de equipamentos, montagem de estúdio, hospedagem, Edição de vídeo, áudio e imagem acabariam onerando muito e como é uma atividade que fazemos por amor ao radioamadorismo, tememos não conseguir dar continuidade a tudo isso.

Por fim, o futuro da revista QSO é incerto. Temos apoio coletivo no Catarse que faz um desconto de 13% (treze por cento) do que recebemos como é contratado. E tivemos a perda de um computador que fazia a edição da revista que acabou sendo parcialmente custeado pelos valores que já se encontravam guardados para implementação do projeto e da ajuda de alguns amigos da revista que contribuíram financeiramente para que pudéssemos financiar um novo computador para não pararmos com a publicação da revista QSO.

A comunidade radioamadorística no Brasil é imensa e se tivéssemos apenas uma pequena contribuição dessa comunidade, certamente não estaríamos passando por isso e consequentemente, não haveria mais a necessidade de estarmos solicitando mais os apoios financeiros como fazemos todos os meses. E o mais importante disso tudo, não são os valores financeiros é o engajamento dos nossos leitores. Se nossos números fossem altos teríamos os valores custeados por anunciantes na revista. Assim ela realmente ficaria 100% gratuita e quiçá poderíamos fazer sorteios de brindes para os nossos leitores.

Por aqui fica um sonho, que por hora não se concluiu ainda. Mas esperamos até o fim deste ano conseguirmos manter a revista como está e em 2023 decidirmos dar continuidade na revista e em todos os projetos futuros ou descontinuar com tudo. Não fazemos nenhum uso dos valores que são destinados a revista, nenhum articulista é remunerado e tão pouco este que assina esta coluna que também edita, editora, publica e distribui a revista QSO.

Sentimos na pele como muitas publicações não são mais produzidas devido às dificuldades que nos são impostas. Cada colaborador, cada apoiador da revista e cada articulista tem de minha parte, em particular, todo meu carinho e apreço. São verdadeiros heróis da resistência. Pessoas abnegadas e dispostas a tornar o radioamadorismo brasileiro um pouco melhor. São pessoas que vão certamente deixar o mundo um pouco melhor do que encontraram. Me resta nesse momento, como fundador e produtor da revista QSO, agradecer profundamente por todas as colaborações e por todo incentivo que recebemos. Lutamos um bom combate. Nos veremos em breve numa próxima oportunidade! E vamos aguardar até dezembro para vermos se a revista seguirá seu caminho ou ficará para a história como mais uma que deixou de ter relevância.

por: Leandro Loyola

AS PESQUISAS TE ENGANAM

 


Há três tipos de mentira: a pequena, a cabeluda e a estatística (Ariano Suassuna)

Uma pergunta: Como Lula pode estar liderando nas pesquisas após todos os escândalos de corrupção em seu governo?

Para responder essa pergunta vamos analisar os fatos. Contra fatos não há argumento como se diz popularmente e neste artigo vamos analisar as campanhas do Lula antes de se tornar presidente e após seus mandatos.

Lula concorreu pela primeira vez à presidência da república no ano de 1989. Seu principal concorrente foi Fernando Collor. Na ocasião, Lula alcançou apenas 17,18% dos votos válidos no primeiro turno com apenas 0,67% a frente do terceiro colocado (Leonel Brizola), quase não chegando ao segundo turno. No segundo turno Lula perdeu para Collor que teve 53,03% dos votos e se tornando então o presidente naquele ano.

Collor acabou sofrendo impeachment e seu vice, Itamar Franco, assumiu o governo tendo como ministro da economia Fernando Henrique Cardoso. Que mais tarde seria candidato a presidente da república.

A segunda disputa do Lula se deu no ano de 1994 quando disputou com Fernando Henrique Cardoso. Este foi eleito em primeiro turno com 54,24% dos votos. Lula perdeu com 27,07%

Obstinado pelo poder, Lula concorreu nas eleições seguintes em 1998 contra Fernando Henrique Cardoso que foi reeleito no primeiro turno das eleições com 53,06%. Lula subiu um pouco em relação à última campanha indo para 31,71%.

Somente nas eleições de 2002 que Lula logrou êxito ao ser eleito no segundo turno com 61,27% dos votos. Isso se deu graças as alianças que formou com diversos partidos, dentre eles: PL, PCdoB, PMN e PCB. O que não ocorreu nas eleições anteriores, mostrando ao PT a importância das alianças políticas que até então não faziam.

Nas eleições de 2006 e contando com sua popularidade, Lula foi reeleito com 60,83% dos votos também no segundo turno. Desta vez com o apoio dos partidos: PRB e PCdoB.

Conseguiu fazer sua sucessora Dilma Roussef nas eleições de 2010 com a ajuda dos partidos: PMDB, PDT, PCdoB, PSB, PR, PRB, PSC, PTC e PTN. Dilma foi eleita também no segundo turno com 56,05% dos votos.

Chegamos então nas eleições de 2014 quando Dilma foi reeleita com 51,64% dos votos. Ainda contando com apoio de diversos partidos como: PMDB, PSD, PP, PR, PDT, PRB, PROS e PCdoB. Teve um mandato complicado, já aparecendo uma série de denúncias que culminaram no seu impeachment. Assumiu seu vice Michel Temer que levou o governo até as eleições de 2018.

Com tantos escândalos nos governos anteriores do PT, Lula acabou sendo condenado em várias instâncias da Justiça brasileira e não conseguindo disputar as eleições de 2018, já que sua candidatura foi indeferida por causa da Lei da Ficha Limpa. O candidato eleito neste ano foi Jair Messias Bolsonaro com 55,13% dos votos no segundo turno.

Considerações:

Toda apresentação acima, conta a história das eleições em que Lula disputou. Portanto, cabe aqui algumas análises que colocam em xeque as pesquisas feitas para as eleições do ano de 2022.

Lula nunca se elegeu em primeiro turno como ocorreu com Fernando Henrique Cardoso. Outro fato relevante é que após tantos escândalos de corrupção sua popularidade (segundo os institutos de pesquisa), continuam em alta.

Retorno então a pergunta inicial deste artigo: Como Lula pode estar liderando nas pesquisas após todos os escândalos de corrupção em seu governo?

Realmente, não dá para a população sentir credibilidade nas pesquisas, já que por onde o Lula passa, as pessoas o rejeitam, com atos e palavras. Ele não consegue sair nas ruas, inclusive em eventos fechados onde se apresenta encontra resistência!

Por outro lado, Jair Bolsonaro, não consegue andar porque a multidão que o acompanha com palavras de ordem como “mito” e “eu vim de graça” são as mais escutadas! Bolsonaro arrebanha uma quantidade inimaginável de pessoas em suas motociatas, inclusive no exterior, o que causa para muitos estrangeiros um espanto terrível. Já que seus políticos não conseguem fazer o mesmo em seus países.

De fato, os institutos de pesquisa no Brasil estão com a credibilidade mais baixa do que nunca na história e unidos às mídias que tendenciosamente combatem o atual governo por questões financeiras precisam que o atual governo seja desfeito para continuarem com o velho sistema no Brasil.

Respondendo então à pergunta; Lula não tem mais o prestígio que possuía, tão logo, não tem mais todas essas intenções de votos que os institutos de pesquisa apontam. Não adianta a mídia, a militância escrachada do STF e tão pouco os institutos de pesquisas, quererem empurrar de goela a baixo no povo brasileiro que Lula é o favorito. Isso Jamais!  

Fontes:

Lista de eleições presidenciais no Brasil – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 1989 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 1994 – Wikipédia,

Eleição presidencial no Brasil em 2002 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 2006 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 2010 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 2014 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 2018 – Wikipédia

NÃO CABE IDEAIS DEMOCRÁTICOS NA ESQUERDA

 

Viva a Democracia! A beleza da Democracia é aceitar opiniões antagônicas em seu meio. É no embate das ideias que se constrói uma sociedade melhor. Porém a pergunta que devemos nos fazer é se de fato a Democracia irá sobreviver como regime no Brasil. Caminhando pelo pátio da UFF de Nova Friburgo, no estado do Rio de janeiro, me deparo com uma faixa da eleição para reitor da universidade. Até aí tudo bem a propaganda, mas quando olhei com mais atenção para o canto inferior esquerdo da faixa... lá estava um símbolo que eu já conhecia bem. Se trata de um símbolo antifascista da esquerda, conhecidos como Antifa!

O curioso é que a opinião política, notoriamente de esquerda dos candidatos a reitoria da UFF se apresenta de forma sutil, mas que visa mostrar para a militância esquerdista que eles são os representantes da esquerda para serem escolhidos na universidade. Imagino como seria tratada uma representação da direita na mesma universidade que, diga-se de passagem, possui maioria com viés ideológico de esquerda. Certamente seriam caçados como animais com insultos de fascistas, homofóbicos, negacionistas, entre tantos outros adjetivos.

O que torna a convivência extremamente complicada no mundo acadêmico não são as disciplinas, mas sim as ideologias que acabam sendo colocadas como prioridade. É por isso que observamos tanta evasão e tão baixa qualidade na formação dos nossos universitários.

Mas a reflexão que desejo trazer é o quão isso é perigoso para nossa sociedade. Uma formação extremamente politizada entregando profissionais que irão ter uma visão de mundo completamente divergente da realidade da nossa sociedade. Para os servidores públicos que trabalham nas universidades fazer política dentro das instituições de ensino não é um problema. O problema é estarmos formando pessoas que irão enfrentar o mercado de trabalho que exige uma visão profissional focada no mercado. E infelizmente, o que se observa é um número enorme de formandos que não atuam em suas áreas de formação por não conseguirem se adaptar ou porque a formação acadêmica não foi suficientemente capaz de trazer a realidade do mercado para as salas de aula.

Conhecer sobre política é uma coisa, militar é outra completamente diferente. Promover debates políticos em universidades é uma coisa positiva, porém, inviável com uma corrente esquerdista tão catequisada e aguerrida que não consegue manter as discussões no campo das ideias, sem que partam para insultos ou agressões verbais e/ou físicas. Assim como ocorreu recentemente com um jovem que defendeu o agronegócio em uma palestra da índia Sonia Guajajara. O professor insultou o aluno, diminuiu o mesmo alegando vários cursos incluindo ser doutor em Harvard.

Minha opinião: Se o comunismo não aceita em seu meio os ideais democráticos, a Democracia não deve também permitir em seu meio esse tipo de pensamento.

Matéria: Aluno defende agronegócio em palestra e é repreendido por professor (canalrural.com.br)

UM ALERTA A TODOS, O BRASIL IRÁ SANGRAR!


 Se não for tomada uma medida séria, teremos guerra no Brasil após a Ucrânica.

Orlando Villas Boas foi uma lenda no Brasil quando o assunto é o índio brasileiro. Nasceu em 12 de janeiro de 1914 sendo registrado no município de Santa Cruz do Rio Pardo onde o seu pai era prefeito, mas segundo algumas fontes, ele teria nascido em Botucatu, interior de São Paulo. Sendo o mais velho dos irmãos “Villas Boas”, Orlando, em conjunto com seus irmãos Cláudio e Leonardo fizeram um grandioso trabalho de reconhecimento de diversos acidentes geográficos do Brasil central o que lhes rendeu a Medalha do Fundador da Royal Geographical Society.

Orlando Villas Boas foi indicado por duas vezes ao Prêmio Nobel da Paz. Em suas expedições, juntamente com seu irmão, desbravaram mais de 1.500 quilômetros de mata virgem, que posteriormente surgiram vilas e cidades. Em 1943 os irmãos Villas Boas lideraram uma expedição Roncador-Xingu, que pouco mais de duas décadas surgiram por este percurso desbravado mais de 40 cidades, 19 campos de pouso e o famoso Parque Nacional do Xingu. Os quatro irmãos: Orlando, Cláudio, Leonardo e Álvaro, mapearam a região em que visitaram com a permissão para instalar bases da Fundação Brasil Central. Sempre muito cuidadosos, souberam agir contra as ideias assimilacionistas e contra a ação de especuladores.

Contando com o apoio do marechal Rondon, os irmãos Villas Boas em conjunto com Darcy Ribeiro e o sanitarista Noel Nutels, ajudaram a consolidar o Parque Nacional do Xingu que abriga 14 etnias indígenas diferentes.

Orlando Villas Boas publicou 14 livros onde alguns deles relatavam suas aventuras na expedição Roncador-Xingu. No ano de 2000, Orlando foi demitido da Funai, o que causou comoção nacional e retratação pública do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Faleceu em 2002 aos 88 anos, deixando um grande legado sobre o índio brasileiro.

É inegável que Orlando fez um grande trabalho, principalmente na defesa do índio brasileiro. Já que conviveu com eles por décadas e certamente, podemos considerar que seja o maior conhecedor das necessidades dos nossos índios do que qualquer ONG ou partido político. Pois estes últimos carregam em si seus interesses em primeiro lugar, fazendo o uso do índio brasileiro como uma bandeira para se obter recursos públicos, prestígio internacional e quiçá promover a biopirataria.

Orlando Vilas boas sempre foi um fervoroso defensor dos índios brasileiros, chegando a tal ponto que desmascarou toda a trama que tenta desmembrar a Amazônia do Brasil. Segundo ele, existe uma agenda internacional que trabalha para que as demarcações das terras indígenas sejam feitas exatamente em áreas de interesse geológico, onde afirma que em Roraima temos uma grande área, talvez a maior do mundo para extração de urânio. Como todos nós sabemos, o urânio, em princípio, é a matéria-prima para produção de energia nuclear que para o mundo inteiro, a matriz energética está se escasseando. A Europa e os EUA, são os mais fervorosos defensores da Amazônia. Usarão qualquer argumento para a sua internacionalização.

Segundo Orlando Villas Boas, a partir da demarcação, dos índios serem tratados como nação, para se conseguir o desmembramento não seria difícil. Teriam o aval da ONU e a garantia militar dos países interessados da Europa e EUA. Recentemente, foi proposto pela França, junto a ONU a internacionalização da Amazônia e a Rússia votou contra, tanto que o presidente Jair Messias Bolsonaro agradeceu ao presidente da Rússia pela tomada de decisão em defender o Brasil naquele momento.

Outro ponto que precisa ser discutido, principalmente neste ano eleitoral de 2022 é a questão da agenda da esquerda brasileira que com seu discurso, vem defendendo a pauta indígena nos moldes de interesse das nações como EUA e Europa que ela mesma condena como imperialistas, mas que estão exatamente praticando o que eles querem.

Se para a esquerda, a opinião de especialistas tem importância, Orlando Villas Boas é o maior deles nesse sentido. Logo, é importante que o índio brasileiro tenha a sua reserva, mas que ela seja compartilhada de maneira que o Brasil não saia no prejuízo. E soluções precisam ser criadas para desestimular esse ímpeto estrangeiro sobre as nossas riquezas. Que não se tratam apenas de riquezas minerais, mas também de água potável, recursos vegetais e animais. Há muita coisa ainda por ser descoberta pela ciência. Podemos ter a cura de várias doenças e não sabemos.

Devemos então deixar mudar nosso vocabulário quanto ao índio. A partir de hoje iremos nos referir aos povos indígenas como índios brasileiros. Assim damos a esses brasileiros a sua tão sonhada nacionalidade. Também devemos equiparar o indígena de qualquer etnia ao brasileiro em direitos e obrigações legais. Dessa forma, passam a possuir as mesmas responsabilidades, direitos e deveres. Quanto as terras indígenas, o termo “reserva” tem uma conotação de guarda para uso futuro. Logo, devemos modificar este termo para outro que signifique um direito de uso, tendo em vista que propriedades da União possuem uma legislação própria no sentido de uso e distribuição. Por fim, as riquezas naturais da Amazônia, pertencem ao Brasil e seus verdadeiros proprietários são os brasileiros. Ninguém, tem o direito sobre essas riquezas. Nem mesmo os índios brasileiros são proprietários exclusivos dessa riqueza. Muito menos estrangeiros que o único interesse é o saque de nossas riquezas em benefícios próprios. Estão pensando apenas em si mesmos e nós?

Passou da hora do brasileiro tomar posse em definitivo que lhe pertence. E dizer para o mundo que o Brasil é nosso! Que ninguém jamais irá domar o que nos pertence. Somos todos um! Que o Brasil esteja acima de tudo em nossos corações!

Por: Leandro Loyola


Fontes:

Cafezinho 485 – Quem vai vender o Brasil? - Café Brasil
Orlando Villas-Bôas – Wikipédia

ISSO NÃO É UMA FAKE NEWS

 

Notícias checadas manipulam você conforme o interesse das agências de checagem!

Passamos por muitas mudanças desde o fim do século passado até os tempos atuais. Acredito que o marco dessa mudança se deu com o tão badalado “bug do milênio”! Era a mudança de um pensamento que passaria a ser a tônica do que vivenciamos atualmente e que ainda estamos nos acostumamos a ela. O bug do milênio já era o prenúncio de tudo que estamos passando atualmente. No século passado a força motriz mundial era determinada pelas máquinas, ou seja, a indústria. Quanto mais industrializado era o país, maior sua presença e sua força em escala global.

Com o advento do novo século, o conhecimento passou a ser considerado a nova forma de poder. Sim, quem detém o conhecimento passou a alcançar maiores capacidades de dominância. E tudo isso foi prefigurado pelo bug do milênio que já denunciava a informatização que ganhava cada vez mais espaço. E acompanhando esse desenvolvimento da informática surgiram empresas de tecnologia que dominaram a internet. A globalização passou a fazer parte desse cenário distribuindo a informação de forma descentralizada.

O conhecimento está intrinsecamente ligado à informação. Logo, estar informado é ter conhecimento. E com o aumento do número de usuários com acesso a internet e as redes sociais crescendo vertiginosamente, cada indivíduo passou a ser produtor de conteúdo. E claro, que nesse quesito a visão de cada um em torno do que acredita passou a ser a tônica de suas publicações. Não importando se a veracidade fosse a premissa de tal publicação. Nesse contexto, muitas coisas aconteceram. Desde publicações caluniosas até mesmo compartilhamentos sem a verificação da veracidade da informação compartilhada.

Isso acabou tornando a internet um meio complicado para adquirir informação de qualidade e livre de ideologias políticas, religiosas e mesmo informações em nível acadêmico. Não tardou, algumas empresas começaram a fazer as checagens das informações de relevante interesse público. De início ganharam notoriedade, mas não tardaram a se tornarem ideológicas.

Bastou alguém publicar uma mentira e que para diminuir o seu impacto depois de descoberta a sua falsidade, chamou de “fake news”. É fato que o termo fake news é um eufemismo para as palavras mentira ou notícia falsa, que dá no mesmo! Então essas empresas checadoras passaram a ser as que detinham a verdade absoluta, pois buscavam nas fontes das notícias contradizer aquilo que se julgava ser uma notícia falsa ou mentirosa.

Como tudo é relativo, as agências de checagem também cometem falhas, por serem organismos compostos por pessoas e pessoas falham. Podemos comprovar isso bastando fazer uma pesquisa simples nos processos em que as empresas de checagem possuem no tocante a publicarem erroneamente informações verdadeiras que julgam serem falsas. Se é por incompetência, negligência ou intencionais, não podemos julgar, mas que certamente as agências promovem a fake news das informações que dizem ser fake news.

Logo, fica difícil de se confiar nas informações dessas agências. O importante é verificarmos nós mesmos as veracidades das informações em várias fontes diferentes e não compartilhar nenhuma sem antes fazermos nossas verificações. O que não acontece em sua grande maioria.

Um outro ponto que precisa ser abordado é a questão do viés ideológico de alguns checadores que temos atualmente e o quão prejudicial são no sentido da desinformação. Como confiar numa agência de checagem que sua logomarca é um pinguim usando uma boina com uma estrela, que é símbolo do PT? Pior ainda, a logomarca faz uma alusão ao Chê Guevara? A agência em questão é notoriamente conhecida pelo seu viés de esquerda. Basta entrar em sua página que você poderá comprovar que é ligada ao UOL e à Folha de São Paulo. Caso você queira ver e comprovar por conta própria as notícias e artigos desses meios de comunicação são voltadas para a esquerda.

Existe uma diferença entre notícia e crítica. A notícia é a informação pura e desprovida de qualquer meio de indução. Já a crítica é o posicionamento em relação a alguma coisa ou fato através de comentário a favor ou contra. Porém, as notícias possuem o caráter de induzir de forma crítica pejorativa a qualquer ação do governo federal. Não se encontra nenhuma publicação dos méritos alcançados pelo governo. Para eles quanto pior, melhor!

Então para se ter o poder, basta se tornar o bastião da verdade absoluta e usar isso em seu próprio favor, checando apenas aquilo que é do seu interesse e divulgando aquilo que melhor lhe aprouver. Isto é o que vemos nessa agência de checagem que é sabido ser de viés esquerdista no Brasil. Infelizmente, as redes sociais, os juízes e parte da sociedade brasileira compram essas informações maliciosas e mentirosas!

O EXEMPLO VEM DE CIMA

 Quando o exemplo de cima não desce, nada de útil sobe!

O governo federal tem tomado iniciativas constantes na redução tributária. Infelizmente no Brasil há uma cultura muito enraizada e contraproducente por parte de muitas empresas nesse sentido. Quando há uma redução tributária, as empresas, entendem que é um momento de aumentarem suas margens de lucro aumentando o valor de seus produtos, mercadorias e/ou serviços para “equipararem” os preços e manterem assim os valores como estão no mercado. Nesse sentido vemos a Petrobrás, que teve lucro durante a pandemia da COVID-19 acima dos players internacionais. Por outro lado, não apenas empresas fazem esta prática. Governos estaduais e municipais seguem a mesma lógica nesse sentido. Aumentando assim suas arrecadações.

No Brasil temos três poderes que se equilibram, são eles: Poder Legislativo, Poder Judiciário e Poder Executivo. Que fazem entre si os freios e contrapesos. Ou seja, cada poder exerce sobre o outro uma espécie de moderação, onde qualquer atitude além de seu poder ou que extrapolem as suas prerrogativas, os outros poderes podem intervir. Esse é um princípio muito interessante que fazem com que a Democracia seja sempre o foco e a Constituição Federal o norte nas ações de cada um dos poderes.

Mas, atualmente não é isso que estamos observando em nosso país. Se um governo eleito democraticamente tem em suas mãos a missão de gerir a economia, este deve antes de tudo ter a certeza, através de sua equipe econômica do que é possível e do que não é viável em termos econômicos para o Brasil. Afinal de contas, foram eleitos para isso e como tal devem se comportar. Certamente qualquer ação no sentido econômico deve passar por uma série de estudos, inclusive com a permissividade legal. Infelizmente vemos o Poder Judiciário, representado pelo STF vetar uma redução tributária com alegações que não possuem fundamento. Afinal de contas, a redução não afetaria a Zona Franca de Manaus, pois tais estudos foram realizados antes dos pronunciamentos de redução tributária.

Ao fazer a redução tributária o governo federal reduz também a sua capacidade de investimento em nossa defesa, o que é temerário nesses tempos nebulosos em que a França e demais países querem a internacionalização da Amazônia. Além disso, investimentos em infraestrutura são reduzidos, o que diminui consideravelmente a nossa capacidade de competição no mercado internacional, além de diminuir a nossa expectativa de reduzir o desemprego.

Por fim, os verdadeiros inimigos do nosso país, são aqueles que criam barreiras para o nosso desenvolvimento. E eles são: as empresas que não tem uma política social visando única e exclusivamente o lucro; os governos estaduais e municipais que veem a possibilidade de aumento na arrecadação com essas reduções tributárias federais; nosso poder judiciário que infelizmente não enxergam a necessidade do momento em se fazer “Justiça Tributária” e o pior dos vilões; o nosso Congresso Federal, que além de calados, os nossos representantes atentam contra os interesses te toda uma nação que clama por LIBERDADE!

O OCULTISMO DA ESQUERDA

 A face oculta que a esquerda brasileira não quer revelar!

Quando falamos em patriotismo, estamos nos referindo ao amor que a pessoa tem pelo seu país. Um amor que a esquerda brasileira não possui e muito menos deseja que esse amor seja despertado no brasileiro. Por isso, a doutrinação nas escolas vem reforçando essa teoria.

Um outro ponto que desejo apresentar é uma análise que venho desenvolvendo ao longo de alguns anos acompanhado de forma isenta de ideologia como a esquerda vem contribuindo para o empobrecimento do Brasil e, principalmente, para o fracasso do nosso desenvolvimento.

Existem vários discursos na esquerda brasileira, porém os discursos que massivamente assistimos, são: programas públicos assistencialistas, discussões de segmentação social e o combate ao imperialismo americano. Esses três discursos são os mais conhecidos.

O primeiro é um plano de manter a população sob a dependência do Estado e o sacrifício da economia com uma carga tributária que incapacita os empreendedores a desenvolver a economia do país. Assim sendo os níveis de emprego caem e uma grande parte da população fica dependente do governo. Desta forma, se mantém um exército de eleitores que para não perderem os benefícios dados pelos programas assistencialistas acabam sendo obrigados a manterem quem está no poder a permanecerem nele.

O segundo ponto são as questões sociais. Neste são abordados temas controversos como a liberação das drogas, o aborto, o casamento homossexual, a doutrinação na educação, o relaxamento dos crimes, entre tantos outros promovidos pela agenda esquerdista no Brasil. Esse temas acabam tornando a população dividida. Enquanto estas questões são discutidas pela sociedade o foco da população não está no que os políticos articulam para continuarem no poder usando e abusando do dinheiro público. Agindo assim como uma cortina de fumaça. Cada uma das situações acima citadas daria um artigo que não vou me ater no momento para que este artigo não perca o seu verdadeiro foco.

E o terceiro ponto que é o tema desta opinião; o combate ao imperialismo americano tão esbravejado pela esquerda que no fundo de tudo acabam por contribuir para que não somente os Estado Unidos, bem como a França e demais países europeus tenham êxito em seus intentos no Brasil.

É um assunto muito sério, pois a esquerda, propositadamente cumpre a agenda imperialista destes países no Brasil ao manterem esta postura absurda como pauta. Poderia aqui fazer diversas citações de ações tomadas pelos governos da esquerda que tivemos que entregou o Brasil ao capital estrangeiro. Atualmente o nosso país está sob a mira dos países desenvolvidos.

A contribuição da esquerda no Brasil para estes países se dão nas pautas que defendem, que ao invés de buscarem o nosso desenvolvimento, de ampliarem a presença do Brasil no comércio mundial, optam por travar bravatas causando assim confusão interna para que países venham saquear nossas riquezas e nos subjugar aos seus ditames.

O maior aliado na implementação da hegemonia americana no Brasil é a própria esquerda brasileira. Tenho a firme convicção de que tal fato vem se apresentando não no discurso da esquerda, mas sim nas atitudes da mesma. Se deixarmos o discurso anti-imperialista da nossa esquerda e analisarmos as atitudes vamos ter a certeza de que o discurso é para comprar a ideia de luta contra as ações americanas no campo político-ideológico brasileiro, porém, as ações tomadas pela esquerda comprovam que agem em favor do imperialismo americano. A China, por outro lado, percebendo essa fragilidade, também vem tentando criar uma área de influência aqui no país.

Peço para deixar as paixões ideológicas de lado por um minuto, e analise comigo, as ações da esquerda. Alguns fatos lembrados agora podem esclarecer o que a esquerda esconde da sociedade brasileira e assim podemos entender que o maior vilão não é os EUA, mas sim a esquerda brasileira.

Cabe lembrar que não é só os EUA que possuem interesse em nosso país. O Cacique Raoni Metuktire, que ganhou notoriedade internacional ao ser visto junto ao cantor Sting em 1989. É tido como embaixador pela defesa da Amazônia e tem feito ativismo político principalmente na França, onde sabemos que o atual presidente Emmanuel Macron, não tem nenhum interesse em defender a Amazônia, mas sim, defender os interesses do seu próprio país. Tanto que vetou o acordo comercial entre a União Europeia e o MercoSul. Vem constantemente atacando o Brasil e querendo “internacionalizar” a nossa Amazônia. O cacique Raoni é abraçado por toda esquerda brasileira como um porta voz das questões que defendem. E ao se alinharem com outras nações que desejam atentar contra a soberania nacional estão cometendo crime de lesa pátria. Apesar de não ter nenhum vínculo político, o Cacique Raoni é apoiado massivamente pela esquerda que tem uma pauta indigenista. Inclusive os termos como povos indígenas, nação indígena, são termos que acabam por habilitar uma possível luta ideológica de separação da Amazônia. Se há um povo; se há uma nação, estes devem ter seu país. Um assunto que vou abordar em breve, que é o triplo A.

Devemos tomar muito cuidado com isso, pois estamos sendo enganados pela esquerda. E quem acompanha esse pensamento da esquerda ou age de má fé, ou está recebendo algum tipo de benefício ou é um completo ignorante (massa de manobra).

Fontes:

Raoni Metuktire – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)


O ESTADO É SEU INIMIGO

 

O Estado trata o seu povo como inimigo. Essa afirmação não é uma especulação; é um fato! Podemos analisar a afirmação em vários sentidos e discorrer de várias maneiras, mas sempre voltaremos ao mesmo ponto em que o Estado considera os seus cidadãos como inimigos.

Nos Estados Unidos da América, temos uma população fortemente armada. Apesar do atual presidente democrata Joe Biden ser contrário ao cidadão armado. Porém, a cultura americana que se forjou na luta pela liberdade e sabendo que para ser livre é necessário que haja uma força bélica para mantê-la. Isso foi percebido pelos americanos logo no início de sua colonização. Os americanos pegaram em armas para lutar pela liberdade enquanto ainda era uma colônia inglesa. Também foi preciso fazer o uso de armas para garantir a liberdade de viver na sua colônia contra os índios hostis. Não foi diferente na guerra de secessão em que o norte e o sul entraram em conflito por divergência no modelo de sociedade. O sul sendo escravocrata estava insatisfeito com as com as tentativas do norte em abolir a escravatura. Com mais de 600 mil mortos sendo o saldo desta guerra. Esse foi o custo da liberdade dos escravos e do modelo de sociedade que se implantou, levando os EUA ao que é hoje.

Você pode então se perguntar por que o Estado age assim? A resposta é mais simples que pode parecer. O Estado brasileiro é composto por três poderes, são eles: Legislativo, Executivo e Judiciário. E todos eles possuem o mesmo pensamento em relação a sociedade de bem. Não é porque a sociedade é má. É porque o Estado tem medo de uma sociedade armada contestar suas ações. Sejam elas do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário.

Retornamos novamente aos EUA, por exemplo, os crimes de corrupção são muito mais difíceis de ocorrerem, pois as leis são severamente aplicadas. Não que lá não exista corrupção, isso é uma utopia, mas porque lá existe o cidadão de bem armado e a pressão que se exerce é muito grande contra o Estado. Só a título de curiosidade, o maior exército do mundo é o americano. E não me refiro aos militares. Mas sim dos caçadores. Os EUA possuem tantos caçadores, que só no estado da Pensilvânia, são mais de 750 mil caçadores armados com fuzis. Somando isso aos 46 estados americanos são milhares de caçadores. O que só isso já colocaria entre os oito maiores exércitos do mundo (lembrando que não estamos falando dos militares).

Agora, no Brasil, o cidadão é tratado como um marginal pelo Estado. A imprensa também corrobora esse entendimento, trabalhando incansavelmente para que a população aceite que o cidadão armado é perigoso para ela mesma. A imprensa é conivente pelo fato de ter suas outorgas e licenças dadas pelo Estado a título precário, ou seja, pode perder suas concessões a qualquer momento, bastando uma decisão do próprio Estado, por isso a conivência.

O Estado precisa entender que o cidadão de bem armado não é um problema. Mas sim uma solução. Fazendo com que os custos com segurança pública sejam reduzidas e o principal, uma população extremamente armada, é uma arma de dissuasão, que leva qualquer tentativa de invasão estrangeira seja repensada por quem desejar tal intento.

Quando o Estado diz que a segurança pública é de sua responsabilidade e vemos que há um percentual altíssimo de crimes não solucionados, quando nos deparamos com a criminalidade ceifando vidas por motivos torpes, fúteis e toda sociedade acuada sem nenhuma segurança é de se dizer que o Estado falhou em sua prerrogativa de fornecer segurança. Isso par não dizer que é uma estratégia para que crimes de corrupção ocorram. Afinal, se a população não consegue se defender dos crimes comuns, como vai se defender dos crimes de corrupção? O mesmo ocorre com a saúde e a educação. Enquanto a sociedade vive imersa nesse problemas crônicos, o Estado engorda os seus corruptos e torna todo um povo escravo nas suas misérias.

Vale lembrar de uma música de Dominguinhos que diz:

“Olha, isso aqui tá muito bom / Isso aqui tá bom demais! 
Olha quem tá fora quer entrar / Mas, quem tá dentro não sai!”

Neste trecho da música podemos ver uma mensagem muito séria. Quem está no governo, não quer sair e quem está fora quer entrar. E o motivo, certamente quase todos é mesmo; enriquecer com o erário.  A única forma de se combater a corrupção é impedir que corruptos sejam eleitos.  E para isso, precisamos de uma sociedade formada (sem escolas), saudável (sem saúde) e com liberdade (segurança). Entre parênteses o que não temos no Brasil de hoje e que às duras custas o atual presidente tem tentado dar ao seu povo e infelizmente as forças malignas corrompidas não querem permitir, sejam elas, na imprensa, nas mídias, no Congresso Federal e na Justiça.

Se para alcançar a liberdade, os EUA precisou pegar em armas em toda sua história, no Brasil, deveria ser diferente como? Já que o Estado nos tem por seus inimigos? Com esta frase abaixo termino o artigo trazendo para você um pensamento que devemos ter.

 Nunca foi por armas, mas sim por liberdade!