Pesquisar

O GALO E A RAPOSA


Conta a fábula que...

Empoleirado em um alto galho de árvore, o galo estava de sentinela, vigiando o campo para ver se não havia perigo para as galinhas e os pintinhos que andavam à procura de minhocas. A raposa, que passava por ali, imaginou o maravilhoso almoço que teria se comesse um deles. Quando viu o galo de vigia, a raposa logo inventou uma história para enganá-lo.

_ Amigo galo, pode ficar sossegado. Não precisa cantar para avisar as galinhas e os pintinhos que estou chegando! Eu vim em paz.

O galo, desconfiado, perguntou:

_ O que aconteceu? As raposas sempre foram nossas inimigas. Nossos amigos são os patos, os coelhos e os cachorros. Que é isso agora?

Mas a espertalhona continuou:

_ Caro amigo, esse tempo já passou! Todos os bichos fizeram as pazes e estão a conviver em harmonia. O leão decretou que não podemos mais nos agredir e nos alimentar de outros animais. Não somos mais inimigos. Para provar o que digo, estou com o decreto do leão, nosso rei, aqui comigo! Desce e leia por si mesmo! Mas o galo não era tolo e estava desconfiado das intenções da raposa. Então, perguntou:

_ Tens a certeza de que os bichos são todos amigos agora? Isso quer dizer que não tens mais medo dos cães de caça?

_ Claro que não! - confirmou a raposa.

Então o galo disse:

_ Ainda bem! Porque, daqui de cima estou vendo uma matilha de cães vindo para cá. Mas, não há perigo, não é mesmo?

_ O quê?! - gritou a raposa, apavorada e tremendo de medo, fugiu, disparada, antes que os cães chegassem.

Então gritou o galo:

_ Não temas, raposa! Mostre o decreto para os cachorros!

(Adaptado das Fábulas de Esopo)

As lições dessa história:

O galo representa a sociedade desarmada, servil e pacífica. O leão nossos legisladores. Os cães nossas forças armadas e a raposa, o nosso judiciário. A raposa se utiliza das leis em interesse próprio e não como mecanismo de justiça e igualdade. Assim está nosso judiciário. Que fazem interpretações que ferem princípios doutrinários do Direito. É o juspositivismo que acreditam estar acima de muitas coisas, até mesmo do jusnaturalismo. E procuram impor a sua vontade com a legitimação de seus atos através de leis interpretadas como convém seus próprios interesses. Então a sociedade representada pelo galo, que não possui nenhuma forma para se defender fica à mercê de qualquer ação arbitrária e de abuso de autoridade por parte do judiciário brasileiro. E então, deixo aqui uma pergunta:

Quando a raposa deixará de ser uma ameaça à sociedade brasileira?

por: Leandro Loyola

O FUTURO DA REVISTA QSO

 Vivemos numa era onde as mídias se tornaram veículos de informação cada vez mais eficazes. Tanto no sentido da informação como da desinformação. A produção da informação nunca passou por tamanha velocidade e tamanho volume. Hoje em dia o consumo de informação se tornou um problema para quem busca algum assunto específico. São tantos meios de se obter conhecimento que ficamos com a sensação de que iremos explodir com a tamanha quantidade de assuntos que encontramos na internet e especialmente nas redes sociais. 

A televisão que um dia foi a rainha dos lares no horário nobre, atualmente passou a ser a segunda tela nas residências do Brasil. Basta observar quando uma família se reúne na sala, a televisão está ligada em um canal qualquer e as pessoas sentadas nos sofás estão com seus telefones, tablets ou notebooks fazendo o uso da grande rede. Nós estamos conectados com o mundo como nunca estivemos antes e desconectados das pessoas próximas a nós como nunca estivemos.

Algumas mídias deixaram de existir, eram o prenúncio de novas redes mais robustas. Lembramos aqui o ICQ, MSN, ORKUT, que foram as precursoras das redes sociais que conhecemos hoje. O e-mail ainda continua de maneira moderada. Ainda muito utilizada pelas empresas tanto para o marketing quanto para comunicação.

Lembramos que o advento do correio eletrônico revolucionou a forma como nos comunicamos. Muitos diziam que os serviços postais iriam acabar. Havia uma verdade parcial nessas assertivas. Os Correios realmente tiveram que se reinventar para continuarem existindo. Muitos serviços se tornaram obsoletos como exemplo o telegrama e o telégrafo (este já extinto dos serviços dos Correios). Uma prática que antes só perdia para a aquariofilia (criação de peixes) era a filatelia (coleção de selos), hoje já em profundo declínio. Atualmente os serviços que mais faturam para os Correios é a entrega de encomendas realizadas por meio virtual onde a empresa aproveitou sua infraestrutura logística e implementou este serviço. Porém mesmo assim, surgiram diversas empresas logísticas que estão começando a fazer frente a este serviço da ECT que é efusivamente questionada pelos seus usuários da baixa qualidade no trato com as encomendas e os prazos que dificilmente são cumpridos. Isso quando não há greves que causam transtornos aos seus clientes.

Com a evolução das telecomunicações, em especial a telefonia, com a evolução do telefone e de incontáveis aplicativos para estes pequenos aparelhos e a popularização da internet, ficou claro que os orelhões, seriam também alvo da obsolescência. Para os mais antigos, os orelhões de ficha cederam lugar para os orelhões de cartão que caíram na obsolescência após a chegada e popularização dos celulares. Não esquecendo que a evolução tecnológica que tornou possível a retirada de botões destes aparelhos para toques na própria tela fizeram uma outra revolução sobre a própria revolução nas telecomunicações.

Não há dúvidas que o maior promotor de toda essa evolução, sem sombra de dúvidas foi a internet. Os computadores, se tornaram cada vez mais pessoais e cada vez mais populares. E os sites, blogs e as redes sociais tornaram o conhecimento mais disseminado e cada indivíduo um potencial produtor de conteúdo, além de também ser um consumidor.

Cabe também atentar para a produção literária que antes era praticamente impressa e passava por um sistema muito complexo de produção. Essa produção sempre envolveu muitos custos financeiros e demandava muito tempo para edição, publicação e distribuição. Como a internet veio trazendo informação praticamente em tempo real, o mercado produtor de conteúdo sentiu a necessidade de se reinventar, assim como os Correios e demais empresas tiveram que fazer. Para abordar melhor sobre esse tema, vamos falar de jornais impressos, livros e por fim, as revistas. Dessa maneira entraremos de fato na matéria sobre o futuro da revista QSO.

Os jornais impressos sentiram a pressão dos sites de notícias nas últimas décadas

Esta afirmação é uma verdade, quando percebemos os inúmeros títulos de jornais que as bancas vendiam e hoje ainda persistem única e exclusivamente para atender a um público de pessoas idosas que ainda não migraram para a informação digital. Essas pessoas se habituaram a sempre consumirem notícias do dia anterior. Pois sempre foi assim que os jornais trabalhavam as notícias. O fato acontecia e então ia para a redação que buscava implementar a notícia buscando aprofundar mais a informação. Também haviam as colunas, os cadernos que sempre traziam um assunto interessante além das notícias. Mas com a internet e os sites de notícias em tempo real, além da segmentação da informação, tornando-a mais próxima dos consumidores, muitos jornais fecharam. Cabe ressaltar que o custo de produção de jornais envolviam uma grande quantidade de pessoas, desde a captação da notícia até a impressão e distribuição eram muito dispendiosas. E a produção de notícias em um portal de notícias digital seria muito mais econômico e eficiente para quem vive desse tipo de mercado. O fim dos jornais impressos certamente chegará. É uma questão de tempo.

E os livros, como ficam no mundo cada vez mais digital?

Um fato muito interessante que podemos analisar é a indústria literária. O costume do uso de livros na formação do indivíduo faz criar uma certa “dependência” do uso do livro impresso. Pois o hábito de estudar requer fazer anotações, marcações em texto, folhear rapidamente páginas, enfim, a facilidade de uso é notória. Portanto vemos os livros ainda sobrevivendo ao mundo digital por mais algumas décadas. Mas que a tecnologia um dia chegará para facilitar essa mudança não temos dúvida nenhuma.

Para se ter uma ideia do quanto se avançou nesse sentido, os e-readers (leitores eletrônicos) que são aparelhos semelhantes aos conhecidos tablets possuindo uma tela especial chamada de e-paper (papel eletrônico) e com um sistema de apresentação de leitura conhecida como e-ink (tinta eletrônica) sem a retro iluminação dão a sensação de que estamos realmente com uma folha de papel nas mãos. Ainda é uma tecnologia em preto e branco, mas já há diversos projetos em andamento para melhorar ainda mais esse hardware com a possibilidade de tornar coloridas as telas, aumento da velocidade de processamento, durabilidade das baterias, marcações, pesquisas e uma série de possibilidades interativas que provavelmente irão desbancar os livros como conhecemos. Já que será possível levar uma biblioteca inteira nesses aparelhos. Os livros publicados nesses formatos são conhecidos como ebooks e possuem diversas extensões onde as mais utilizadas são EPUB e MOBI.

E as revistas?

As revistas, por serem periódicas, geralmente quinzenais e mensais em sua grande maioria também passaram pelos mesmos problemas dos jornais impressos. Muitas também foram descontinuadas e passaram a existir exclusivamente digitais.

Num primeiro momento das revistas, as distribuições eram feitas em arquivos no formato PDF, assim como é feita a distribuição da revista QSO. Mas, acabaram sendo descontinuadas pois também demandavam um alto custo de produção, já que a diagramação da revista digital neste formato passou a ter dificuldade de se adaptar em telas distintas. Ou seja, os diferentes tamanhos e resoluções de telas em que elas eram consumidas, por exemplo: a apresentação de um formato fixo em PDF no celular é diferente numa tela de tablet e numa tela de computador. Além de considerar que o leitor deve receber a notificação da revista e/ou fazer o seu download para poder ter acesso à leitura.

A revista QSO, percebeu esse problema e para resolver a questão da leitura em telas diferentes mudou o formato de editoração, passando a produzir os textos e imagens em colunas, assim facilitaria para quem costuma fazer a leitura pelo celular, já que este aparelho é o mais utilizado pelos nossos assinantes para leitura. As outras telas a leitura é mais fluida.

Um outro fato é que ler em tela é altamente desgastante e conteúdos muito longos tornam cansativo a sua leitura. Por isso, na era da informação em que vivemos, produzir textos mais enxugados e com mais objetividade é uma necessidade.

Estamos atentos a tudo isso e por esse motivo, a revista QSO está repensando sua maneira de distribuição de conteúdo. Provavelmente, em 2023 a revista QSO poderá encerrar suas publicações como a conhecemos hoje. Ainda estamos estudando a melhor maneira de mantermos vivo esse projeto que inicialmente iria dar suporte aos outros projetos que estamos constantemente anunciando na revista todos esses anos como o Canal QSPapo e os podcasts QTCNews, QSPlay, Contos do Rádio, On The Road e No Balaio. Todos esses projetos são muito maiores do que a revista em si e consequentemente a aquisição de equipamentos, montagem de estúdio, hospedagem, Edição de vídeo, áudio e imagem acabariam onerando muito e como é uma atividade que fazemos por amor ao radioamadorismo, tememos não conseguir dar continuidade a tudo isso.

Por fim, o futuro da revista QSO é incerto. Temos apoio coletivo no Catarse que faz um desconto de 13% (treze por cento) do que recebemos como é contratado. E tivemos a perda de um computador que fazia a edição da revista que acabou sendo parcialmente custeado pelos valores que já se encontravam guardados para implementação do projeto e da ajuda de alguns amigos da revista que contribuíram financeiramente para que pudéssemos financiar um novo computador para não pararmos com a publicação da revista QSO.

A comunidade radioamadorística no Brasil é imensa e se tivéssemos apenas uma pequena contribuição dessa comunidade, certamente não estaríamos passando por isso e consequentemente, não haveria mais a necessidade de estarmos solicitando mais os apoios financeiros como fazemos todos os meses. E o mais importante disso tudo, não são os valores financeiros é o engajamento dos nossos leitores. Se nossos números fossem altos teríamos os valores custeados por anunciantes na revista. Assim ela realmente ficaria 100% gratuita e quiçá poderíamos fazer sorteios de brindes para os nossos leitores.

Por aqui fica um sonho, que por hora não se concluiu ainda. Mas esperamos até o fim deste ano conseguirmos manter a revista como está e em 2023 decidirmos dar continuidade na revista e em todos os projetos futuros ou descontinuar com tudo. Não fazemos nenhum uso dos valores que são destinados a revista, nenhum articulista é remunerado e tão pouco este que assina esta coluna que também edita, editora, publica e distribui a revista QSO.

Sentimos na pele como muitas publicações não são mais produzidas devido às dificuldades que nos são impostas. Cada colaborador, cada apoiador da revista e cada articulista tem de minha parte, em particular, todo meu carinho e apreço. São verdadeiros heróis da resistência. Pessoas abnegadas e dispostas a tornar o radioamadorismo brasileiro um pouco melhor. São pessoas que vão certamente deixar o mundo um pouco melhor do que encontraram. Me resta nesse momento, como fundador e produtor da revista QSO, agradecer profundamente por todas as colaborações e por todo incentivo que recebemos. Lutamos um bom combate. Nos veremos em breve numa próxima oportunidade! E vamos aguardar até dezembro para vermos se a revista seguirá seu caminho ou ficará para a história como mais uma que deixou de ter relevância.

por: Leandro Loyola

AS PESQUISAS TE ENGANAM

 


Há três tipos de mentira: a pequena, a cabeluda e a estatística (Ariano Suassuna)

Uma pergunta: Como Lula pode estar liderando nas pesquisas após todos os escândalos de corrupção em seu governo?

Para responder essa pergunta vamos analisar os fatos. Contra fatos não há argumento como se diz popularmente e neste artigo vamos analisar as campanhas do Lula antes de se tornar presidente e após seus mandatos.

Lula concorreu pela primeira vez à presidência da república no ano de 1989. Seu principal concorrente foi Fernando Collor. Na ocasião, Lula alcançou apenas 17,18% dos votos válidos no primeiro turno com apenas 0,67% a frente do terceiro colocado (Leonel Brizola), quase não chegando ao segundo turno. No segundo turno Lula perdeu para Collor que teve 53,03% dos votos e se tornando então o presidente naquele ano.

Collor acabou sofrendo impeachment e seu vice, Itamar Franco, assumiu o governo tendo como ministro da economia Fernando Henrique Cardoso. Que mais tarde seria candidato a presidente da república.

A segunda disputa do Lula se deu no ano de 1994 quando disputou com Fernando Henrique Cardoso. Este foi eleito em primeiro turno com 54,24% dos votos. Lula perdeu com 27,07%

Obstinado pelo poder, Lula concorreu nas eleições seguintes em 1998 contra Fernando Henrique Cardoso que foi reeleito no primeiro turno das eleições com 53,06%. Lula subiu um pouco em relação à última campanha indo para 31,71%.

Somente nas eleições de 2002 que Lula logrou êxito ao ser eleito no segundo turno com 61,27% dos votos. Isso se deu graças as alianças que formou com diversos partidos, dentre eles: PL, PCdoB, PMN e PCB. O que não ocorreu nas eleições anteriores, mostrando ao PT a importância das alianças políticas que até então não faziam.

Nas eleições de 2006 e contando com sua popularidade, Lula foi reeleito com 60,83% dos votos também no segundo turno. Desta vez com o apoio dos partidos: PRB e PCdoB.

Conseguiu fazer sua sucessora Dilma Roussef nas eleições de 2010 com a ajuda dos partidos: PMDB, PDT, PCdoB, PSB, PR, PRB, PSC, PTC e PTN. Dilma foi eleita também no segundo turno com 56,05% dos votos.

Chegamos então nas eleições de 2014 quando Dilma foi reeleita com 51,64% dos votos. Ainda contando com apoio de diversos partidos como: PMDB, PSD, PP, PR, PDT, PRB, PROS e PCdoB. Teve um mandato complicado, já aparecendo uma série de denúncias que culminaram no seu impeachment. Assumiu seu vice Michel Temer que levou o governo até as eleições de 2018.

Com tantos escândalos nos governos anteriores do PT, Lula acabou sendo condenado em várias instâncias da Justiça brasileira e não conseguindo disputar as eleições de 2018, já que sua candidatura foi indeferida por causa da Lei da Ficha Limpa. O candidato eleito neste ano foi Jair Messias Bolsonaro com 55,13% dos votos no segundo turno.

Considerações:

Toda apresentação acima, conta a história das eleições em que Lula disputou. Portanto, cabe aqui algumas análises que colocam em xeque as pesquisas feitas para as eleições do ano de 2022.

Lula nunca se elegeu em primeiro turno como ocorreu com Fernando Henrique Cardoso. Outro fato relevante é que após tantos escândalos de corrupção sua popularidade (segundo os institutos de pesquisa), continuam em alta.

Retorno então a pergunta inicial deste artigo: Como Lula pode estar liderando nas pesquisas após todos os escândalos de corrupção em seu governo?

Realmente, não dá para a população sentir credibilidade nas pesquisas, já que por onde o Lula passa, as pessoas o rejeitam, com atos e palavras. Ele não consegue sair nas ruas, inclusive em eventos fechados onde se apresenta encontra resistência!

Por outro lado, Jair Bolsonaro, não consegue andar porque a multidão que o acompanha com palavras de ordem como “mito” e “eu vim de graça” são as mais escutadas! Bolsonaro arrebanha uma quantidade inimaginável de pessoas em suas motociatas, inclusive no exterior, o que causa para muitos estrangeiros um espanto terrível. Já que seus políticos não conseguem fazer o mesmo em seus países.

De fato, os institutos de pesquisa no Brasil estão com a credibilidade mais baixa do que nunca na história e unidos às mídias que tendenciosamente combatem o atual governo por questões financeiras precisam que o atual governo seja desfeito para continuarem com o velho sistema no Brasil.

Respondendo então à pergunta; Lula não tem mais o prestígio que possuía, tão logo, não tem mais todas essas intenções de votos que os institutos de pesquisa apontam. Não adianta a mídia, a militância escrachada do STF e tão pouco os institutos de pesquisas, quererem empurrar de goela a baixo no povo brasileiro que Lula é o favorito. Isso Jamais!  

Fontes:

Lista de eleições presidenciais no Brasil – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 1989 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 1994 – Wikipédia,

Eleição presidencial no Brasil em 2002 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 2006 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 2010 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 2014 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 2018 – Wikipédia

NÃO CABE IDEAIS DEMOCRÁTICOS NA ESQUERDA

 

Viva a Democracia! A beleza da Democracia é aceitar opiniões antagônicas em seu meio. É no embate das ideias que se constrói uma sociedade melhor. Porém a pergunta que devemos nos fazer é se de fato a Democracia irá sobreviver como regime no Brasil. Caminhando pelo pátio da UFF de Nova Friburgo, no estado do Rio de janeiro, me deparo com uma faixa da eleição para reitor da universidade. Até aí tudo bem a propaganda, mas quando olhei com mais atenção para o canto inferior esquerdo da faixa... lá estava um símbolo que eu já conhecia bem. Se trata de um símbolo antifascista da esquerda, conhecidos como Antifa!

O curioso é que a opinião política, notoriamente de esquerda dos candidatos a reitoria da UFF se apresenta de forma sutil, mas que visa mostrar para a militância esquerdista que eles são os representantes da esquerda para serem escolhidos na universidade. Imagino como seria tratada uma representação da direita na mesma universidade que, diga-se de passagem, possui maioria com viés ideológico de esquerda. Certamente seriam caçados como animais com insultos de fascistas, homofóbicos, negacionistas, entre tantos outros adjetivos.

O que torna a convivência extremamente complicada no mundo acadêmico não são as disciplinas, mas sim as ideologias que acabam sendo colocadas como prioridade. É por isso que observamos tanta evasão e tão baixa qualidade na formação dos nossos universitários.

Mas a reflexão que desejo trazer é o quão isso é perigoso para nossa sociedade. Uma formação extremamente politizada entregando profissionais que irão ter uma visão de mundo completamente divergente da realidade da nossa sociedade. Para os servidores públicos que trabalham nas universidades fazer política dentro das instituições de ensino não é um problema. O problema é estarmos formando pessoas que irão enfrentar o mercado de trabalho que exige uma visão profissional focada no mercado. E infelizmente, o que se observa é um número enorme de formandos que não atuam em suas áreas de formação por não conseguirem se adaptar ou porque a formação acadêmica não foi suficientemente capaz de trazer a realidade do mercado para as salas de aula.

Conhecer sobre política é uma coisa, militar é outra completamente diferente. Promover debates políticos em universidades é uma coisa positiva, porém, inviável com uma corrente esquerdista tão catequisada e aguerrida que não consegue manter as discussões no campo das ideias, sem que partam para insultos ou agressões verbais e/ou físicas. Assim como ocorreu recentemente com um jovem que defendeu o agronegócio em uma palestra da índia Sonia Guajajara. O professor insultou o aluno, diminuiu o mesmo alegando vários cursos incluindo ser doutor em Harvard.

Minha opinião: Se o comunismo não aceita em seu meio os ideais democráticos, a Democracia não deve também permitir em seu meio esse tipo de pensamento.

Matéria: Aluno defende agronegócio em palestra e é repreendido por professor (canalrural.com.br)

UM ALERTA A TODOS, O BRASIL IRÁ SANGRAR!


 Se não for tomada uma medida séria, teremos guerra no Brasil após a Ucrânica.

Orlando Villas Boas foi uma lenda no Brasil quando o assunto é o índio brasileiro. Nasceu em 12 de janeiro de 1914 sendo registrado no município de Santa Cruz do Rio Pardo onde o seu pai era prefeito, mas segundo algumas fontes, ele teria nascido em Botucatu, interior de São Paulo. Sendo o mais velho dos irmãos “Villas Boas”, Orlando, em conjunto com seus irmãos Cláudio e Leonardo fizeram um grandioso trabalho de reconhecimento de diversos acidentes geográficos do Brasil central o que lhes rendeu a Medalha do Fundador da Royal Geographical Society.

Orlando Villas Boas foi indicado por duas vezes ao Prêmio Nobel da Paz. Em suas expedições, juntamente com seu irmão, desbravaram mais de 1.500 quilômetros de mata virgem, que posteriormente surgiram vilas e cidades. Em 1943 os irmãos Villas Boas lideraram uma expedição Roncador-Xingu, que pouco mais de duas décadas surgiram por este percurso desbravado mais de 40 cidades, 19 campos de pouso e o famoso Parque Nacional do Xingu. Os quatro irmãos: Orlando, Cláudio, Leonardo e Álvaro, mapearam a região em que visitaram com a permissão para instalar bases da Fundação Brasil Central. Sempre muito cuidadosos, souberam agir contra as ideias assimilacionistas e contra a ação de especuladores.

Contando com o apoio do marechal Rondon, os irmãos Villas Boas em conjunto com Darcy Ribeiro e o sanitarista Noel Nutels, ajudaram a consolidar o Parque Nacional do Xingu que abriga 14 etnias indígenas diferentes.

Orlando Villas Boas publicou 14 livros onde alguns deles relatavam suas aventuras na expedição Roncador-Xingu. No ano de 2000, Orlando foi demitido da Funai, o que causou comoção nacional e retratação pública do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Faleceu em 2002 aos 88 anos, deixando um grande legado sobre o índio brasileiro.

É inegável que Orlando fez um grande trabalho, principalmente na defesa do índio brasileiro. Já que conviveu com eles por décadas e certamente, podemos considerar que seja o maior conhecedor das necessidades dos nossos índios do que qualquer ONG ou partido político. Pois estes últimos carregam em si seus interesses em primeiro lugar, fazendo o uso do índio brasileiro como uma bandeira para se obter recursos públicos, prestígio internacional e quiçá promover a biopirataria.

Orlando Vilas boas sempre foi um fervoroso defensor dos índios brasileiros, chegando a tal ponto que desmascarou toda a trama que tenta desmembrar a Amazônia do Brasil. Segundo ele, existe uma agenda internacional que trabalha para que as demarcações das terras indígenas sejam feitas exatamente em áreas de interesse geológico, onde afirma que em Roraima temos uma grande área, talvez a maior do mundo para extração de urânio. Como todos nós sabemos, o urânio, em princípio, é a matéria-prima para produção de energia nuclear que para o mundo inteiro, a matriz energética está se escasseando. A Europa e os EUA, são os mais fervorosos defensores da Amazônia. Usarão qualquer argumento para a sua internacionalização.

Segundo Orlando Villas Boas, a partir da demarcação, dos índios serem tratados como nação, para se conseguir o desmembramento não seria difícil. Teriam o aval da ONU e a garantia militar dos países interessados da Europa e EUA. Recentemente, foi proposto pela França, junto a ONU a internacionalização da Amazônia e a Rússia votou contra, tanto que o presidente Jair Messias Bolsonaro agradeceu ao presidente da Rússia pela tomada de decisão em defender o Brasil naquele momento.

Outro ponto que precisa ser discutido, principalmente neste ano eleitoral de 2022 é a questão da agenda da esquerda brasileira que com seu discurso, vem defendendo a pauta indígena nos moldes de interesse das nações como EUA e Europa que ela mesma condena como imperialistas, mas que estão exatamente praticando o que eles querem.

Se para a esquerda, a opinião de especialistas tem importância, Orlando Villas Boas é o maior deles nesse sentido. Logo, é importante que o índio brasileiro tenha a sua reserva, mas que ela seja compartilhada de maneira que o Brasil não saia no prejuízo. E soluções precisam ser criadas para desestimular esse ímpeto estrangeiro sobre as nossas riquezas. Que não se tratam apenas de riquezas minerais, mas também de água potável, recursos vegetais e animais. Há muita coisa ainda por ser descoberta pela ciência. Podemos ter a cura de várias doenças e não sabemos.

Devemos então deixar mudar nosso vocabulário quanto ao índio. A partir de hoje iremos nos referir aos povos indígenas como índios brasileiros. Assim damos a esses brasileiros a sua tão sonhada nacionalidade. Também devemos equiparar o indígena de qualquer etnia ao brasileiro em direitos e obrigações legais. Dessa forma, passam a possuir as mesmas responsabilidades, direitos e deveres. Quanto as terras indígenas, o termo “reserva” tem uma conotação de guarda para uso futuro. Logo, devemos modificar este termo para outro que signifique um direito de uso, tendo em vista que propriedades da União possuem uma legislação própria no sentido de uso e distribuição. Por fim, as riquezas naturais da Amazônia, pertencem ao Brasil e seus verdadeiros proprietários são os brasileiros. Ninguém, tem o direito sobre essas riquezas. Nem mesmo os índios brasileiros são proprietários exclusivos dessa riqueza. Muito menos estrangeiros que o único interesse é o saque de nossas riquezas em benefícios próprios. Estão pensando apenas em si mesmos e nós?

Passou da hora do brasileiro tomar posse em definitivo que lhe pertence. E dizer para o mundo que o Brasil é nosso! Que ninguém jamais irá domar o que nos pertence. Somos todos um! Que o Brasil esteja acima de tudo em nossos corações!

Por: Leandro Loyola


Fontes:

Cafezinho 485 – Quem vai vender o Brasil? - Café Brasil
Orlando Villas-Bôas – Wikipédia

ISSO NÃO É UMA FAKE NEWS

 

Notícias checadas manipulam você conforme o interesse das agências de checagem!

Passamos por muitas mudanças desde o fim do século passado até os tempos atuais. Acredito que o marco dessa mudança se deu com o tão badalado “bug do milênio”! Era a mudança de um pensamento que passaria a ser a tônica do que vivenciamos atualmente e que ainda estamos nos acostumamos a ela. O bug do milênio já era o prenúncio de tudo que estamos passando atualmente. No século passado a força motriz mundial era determinada pelas máquinas, ou seja, a indústria. Quanto mais industrializado era o país, maior sua presença e sua força em escala global.

Com o advento do novo século, o conhecimento passou a ser considerado a nova forma de poder. Sim, quem detém o conhecimento passou a alcançar maiores capacidades de dominância. E tudo isso foi prefigurado pelo bug do milênio que já denunciava a informatização que ganhava cada vez mais espaço. E acompanhando esse desenvolvimento da informática surgiram empresas de tecnologia que dominaram a internet. A globalização passou a fazer parte desse cenário distribuindo a informação de forma descentralizada.

O conhecimento está intrinsecamente ligado à informação. Logo, estar informado é ter conhecimento. E com o aumento do número de usuários com acesso a internet e as redes sociais crescendo vertiginosamente, cada indivíduo passou a ser produtor de conteúdo. E claro, que nesse quesito a visão de cada um em torno do que acredita passou a ser a tônica de suas publicações. Não importando se a veracidade fosse a premissa de tal publicação. Nesse contexto, muitas coisas aconteceram. Desde publicações caluniosas até mesmo compartilhamentos sem a verificação da veracidade da informação compartilhada.

Isso acabou tornando a internet um meio complicado para adquirir informação de qualidade e livre de ideologias políticas, religiosas e mesmo informações em nível acadêmico. Não tardou, algumas empresas começaram a fazer as checagens das informações de relevante interesse público. De início ganharam notoriedade, mas não tardaram a se tornarem ideológicas.

Bastou alguém publicar uma mentira e que para diminuir o seu impacto depois de descoberta a sua falsidade, chamou de “fake news”. É fato que o termo fake news é um eufemismo para as palavras mentira ou notícia falsa, que dá no mesmo! Então essas empresas checadoras passaram a ser as que detinham a verdade absoluta, pois buscavam nas fontes das notícias contradizer aquilo que se julgava ser uma notícia falsa ou mentirosa.

Como tudo é relativo, as agências de checagem também cometem falhas, por serem organismos compostos por pessoas e pessoas falham. Podemos comprovar isso bastando fazer uma pesquisa simples nos processos em que as empresas de checagem possuem no tocante a publicarem erroneamente informações verdadeiras que julgam serem falsas. Se é por incompetência, negligência ou intencionais, não podemos julgar, mas que certamente as agências promovem a fake news das informações que dizem ser fake news.

Logo, fica difícil de se confiar nas informações dessas agências. O importante é verificarmos nós mesmos as veracidades das informações em várias fontes diferentes e não compartilhar nenhuma sem antes fazermos nossas verificações. O que não acontece em sua grande maioria.

Um outro ponto que precisa ser abordado é a questão do viés ideológico de alguns checadores que temos atualmente e o quão prejudicial são no sentido da desinformação. Como confiar numa agência de checagem que sua logomarca é um pinguim usando uma boina com uma estrela, que é símbolo do PT? Pior ainda, a logomarca faz uma alusão ao Chê Guevara? A agência em questão é notoriamente conhecida pelo seu viés de esquerda. Basta entrar em sua página que você poderá comprovar que é ligada ao UOL e à Folha de São Paulo. Caso você queira ver e comprovar por conta própria as notícias e artigos desses meios de comunicação são voltadas para a esquerda.

Existe uma diferença entre notícia e crítica. A notícia é a informação pura e desprovida de qualquer meio de indução. Já a crítica é o posicionamento em relação a alguma coisa ou fato através de comentário a favor ou contra. Porém, as notícias possuem o caráter de induzir de forma crítica pejorativa a qualquer ação do governo federal. Não se encontra nenhuma publicação dos méritos alcançados pelo governo. Para eles quanto pior, melhor!

Então para se ter o poder, basta se tornar o bastião da verdade absoluta e usar isso em seu próprio favor, checando apenas aquilo que é do seu interesse e divulgando aquilo que melhor lhe aprouver. Isto é o que vemos nessa agência de checagem que é sabido ser de viés esquerdista no Brasil. Infelizmente, as redes sociais, os juízes e parte da sociedade brasileira compram essas informações maliciosas e mentirosas!

O EXEMPLO VEM DE CIMA

 Quando o exemplo de cima não desce, nada de útil sobe!

O governo federal tem tomado iniciativas constantes na redução tributária. Infelizmente no Brasil há uma cultura muito enraizada e contraproducente por parte de muitas empresas nesse sentido. Quando há uma redução tributária, as empresas, entendem que é um momento de aumentarem suas margens de lucro aumentando o valor de seus produtos, mercadorias e/ou serviços para “equipararem” os preços e manterem assim os valores como estão no mercado. Nesse sentido vemos a Petrobrás, que teve lucro durante a pandemia da COVID-19 acima dos players internacionais. Por outro lado, não apenas empresas fazem esta prática. Governos estaduais e municipais seguem a mesma lógica nesse sentido. Aumentando assim suas arrecadações.

No Brasil temos três poderes que se equilibram, são eles: Poder Legislativo, Poder Judiciário e Poder Executivo. Que fazem entre si os freios e contrapesos. Ou seja, cada poder exerce sobre o outro uma espécie de moderação, onde qualquer atitude além de seu poder ou que extrapolem as suas prerrogativas, os outros poderes podem intervir. Esse é um princípio muito interessante que fazem com que a Democracia seja sempre o foco e a Constituição Federal o norte nas ações de cada um dos poderes.

Mas, atualmente não é isso que estamos observando em nosso país. Se um governo eleito democraticamente tem em suas mãos a missão de gerir a economia, este deve antes de tudo ter a certeza, através de sua equipe econômica do que é possível e do que não é viável em termos econômicos para o Brasil. Afinal de contas, foram eleitos para isso e como tal devem se comportar. Certamente qualquer ação no sentido econômico deve passar por uma série de estudos, inclusive com a permissividade legal. Infelizmente vemos o Poder Judiciário, representado pelo STF vetar uma redução tributária com alegações que não possuem fundamento. Afinal de contas, a redução não afetaria a Zona Franca de Manaus, pois tais estudos foram realizados antes dos pronunciamentos de redução tributária.

Ao fazer a redução tributária o governo federal reduz também a sua capacidade de investimento em nossa defesa, o que é temerário nesses tempos nebulosos em que a França e demais países querem a internacionalização da Amazônia. Além disso, investimentos em infraestrutura são reduzidos, o que diminui consideravelmente a nossa capacidade de competição no mercado internacional, além de diminuir a nossa expectativa de reduzir o desemprego.

Por fim, os verdadeiros inimigos do nosso país, são aqueles que criam barreiras para o nosso desenvolvimento. E eles são: as empresas que não tem uma política social visando única e exclusivamente o lucro; os governos estaduais e municipais que veem a possibilidade de aumento na arrecadação com essas reduções tributárias federais; nosso poder judiciário que infelizmente não enxergam a necessidade do momento em se fazer “Justiça Tributária” e o pior dos vilões; o nosso Congresso Federal, que além de calados, os nossos representantes atentam contra os interesses te toda uma nação que clama por LIBERDADE!