Pesquisar

PROFISSÃO: BANDIDO

 

Somente criminosos consideram o crime uma profissão!

Este artigo certamente esbarrará em várias opiniões contrárias. Você pode não concordar com o exposto, mas que a reflexão sobre essa situação em que vivemos é imprescindível. O crime não compensa, segundo o ditado popular, porém no Brasil, se o indivíduo é famoso, tem muito dinheiro, possuidor de alta influência social, blindagem do judiciário ou tem poder político, certamente compensa! Não precisa ser nenhum sábio para entender que as pessoas que possuem tal condição recebem a benevolência da nossa justiça. Fatos relevantes sobre a criminalidade no Brasil são de notório saber de toda nossa sociedade. As estatísticas oficiais são aterradoras quando o assunto é a criminalidade em suas diversas formas e abordar sobre esse tema é um grande desafio.

Vivemos em um país violento, certo? Errado! O problema da violência não está essencialmente nos altos índices que nos são apresentados, mas sim na deficiência de investigação, na falta de um processo legal e principalmente na qualidade da execução penal do nosso país. Podemos afirmar sem nenhum remorso sobre isso, pois se olharmos a violência cometida em outros países, principalmente países ditadores e fechados à divulgação de dados sobre a violência, certamente não somos um país violento. Bem como, países tidos como de primeiro mundo a violência é muito maior do que no Brasil.

Para darmos exemplos práticos sobre isso, vamos falar da China e dos Estados Unidos. Enquanto o primeiro (até onde nos é permitido saber), comete crimes praticados pelo próprio governo e o outro sofre com crimes violentos de diversos segmentos; indo desde crimes comuns como assassinatos até o terrorismo como o caso dos atentados de 11 de setembro de 2001. A China, por exemplo, persegue religiões inclusive mantendo pessoas presas, como os judeus foram na segunda guerra mundial, por causa da etnia e da religião. Diversas proibições são feitas a manifestação da fé por parte dos cristãos e mulçumanos naquele país. Mas nosso foco é o Brasil e o que este artigo traz é o que vivemos na atualidade e o que devemos refletir sobre o problema.

A maior crise que podemos perceber no Brasil é a crise moral que acaba criando uma inversão de valores. Onde o criminoso, com comprovada vida à margem da Lei é tratado com zelo e sentimento de culpa de parte sociedade, como se esta fosse responsável pela situação em que o criminoso se encontra. Esta afirmativa é tão preocupante que vemos criminosos sendo tratados como celebridades, quando deveriam ser tratados como criminosos.

A sociedade que sofre os danos causados por estes criminosos acaba perdendo a credibilidade no sistema judiciário e na execução penal. Já que os benefícios cedidos aos bandidos para redução da pena são diversos, em detrimento do sistema penal ser deficitário e a superlotação promover o descaso do Estado em manter afastado da sociedade criminosos que deveriam estar encarcerados para que sejam reabilitados para a vida em sociedade após o período de detenção.

Além dos crimes violentos, temos visto uma série de ações contra políticos que ao invés da Justiça se preocupar com a corrupção, está mais focada nos argumentos que segundo alguns juízes, são mais danosos ao Brasil como os ataque à Democracia do que os roubos dos cofres públicos. Assim, a guerra de narrativas acaba sendo mais prejudicial ao nosso país do que a corrupção propriamente dita.

Baden Powell, fundador do movimento escoteiro certa vez afirmou que se estivermos em dúvida, devemos buscar nas nossas bases as orientações para que possamos voltar ao rumo. O que quer dizer que devemos rever os princípios que regem nossa sociedade. E pararmos de criar narrativas. E assim esperamos que o nosso país volte aos trilhos do desenvolvimento e principalmente da justiça como tem que ser. Não cabe mais a sociedade brasileira ver com assombro tamanhos desmandos na política, na justiça e na mídia. Enquanto estivermos assim, o crime no Brasil será compensador para o criminoso.

NÃO DESPERTE O DRAGÃO

A gana da esquerda em trazer a direita para o seu campo de jogo onde certamente são mestres pode fazer o tiro sair pela culatra. Como dizia Mark Twain: “Nunca discuta com pessoas burras, elas vão te arrastar ao nível delas e ganhar de você por terem mais experiência em serem ignorantes.”

Durante os últimos quatro anos do governo Bolsonaro, a direita foi perseguida de diversas formas e como tal aprendeu o modo de operação da esquerda e dos seus militantes na esfera política, judiciária, legislativa, na imprensa e até mesmo na caserna.

Ao tentar atribuir ao ex-presidente Bolsonaro todas as ações que vão de encontro a Constituição, à Democracia e aos poderes constituídos, não perceberam que se trata de um movimento popular e sem liderança, assim como começou há alguns anos antes do impeachment da Dilma. É o brasileiro que está protestando e não militantes. Essa é a grande diferença. Bolsonaro é apenas a consequência de uma política suja e corrupta que impregnou inúmeros setores dos três poderes no Brasil. São essas pessoas que estão querendo um país verdadeiramente justo.

Em frente aos quartéis os manifestantes entoavam canções cívicas nacionais. Clamavam por LIBERDADE. Liberdade que veio com a independência do Brasil das mãos do colonizador. Assim como os Dragões da Independência defenderam e defendem uma pátria LIVRE. Estes dragões que estiveram em frente aos quartéis foram acordados. Inúmeros vídeos já estão circulando pelas redes sociais levando a verdade e sendo distribuídas de forma descentralizada levando a verdadeira verdade a todo cidadão brasileiro. E não reportagens manipuladas cheias de gatilhos mentais tentando criar uma narrativa contra o movimento patriótico que ora vemos.

Acordar o dragão como a esquerda deseja não irá iniciar uma guerra civil para dar ao Lula condições de acionar as FFAA contra a própria população e se perpetuar no poder como o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro. Aqui não... os dragões da independência irão sair de frente dos quartéis e irão novamente para as ruas pedindo os impeachments de notórios traidores da pátria. E contra esses dragões não há que vença!

Leandro Loyola

O MARIMBONDO VERMELHO E O ESTOURO DO GADO

 

“Entre mortos e feridos, que danem todos”

Com as ocupações ocorridas no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Supremo Tribunal Federal, no domingo dia 8 de janeiro de 2023, tentarei ser o mais breve possível neste artigo, pois resumir toda uma história em poucas palavras certamente é uma tarefa muito complexa. Quem acompanha os acontecimentos políticos no Brasil entenderá melhor o texto que apresento.

Existe uma série de perguntas que precisam ser respondidas e creio que a principal delas seja. Por que agora? Após tanto tempo das eleições, por que somente agora os manifestantes iriam se rebelar ao ponto de depredar as instalações públicas dos três poderes? Se observarmos as pessoas que faziam as manifestações em frente aos quarteis confirmamos que a grande maioria eram compostas por pessoas de idade, provavelmente aposentadas. Além delas, mulheres acompanhadas por crianças e homens que ali ficavam por segurança. Como esperar que essas pessoas seriam capazes de promover tal invasão? A conta não fecha.

De repente aparecem diversos ônibus compostos por pessoas que arrebanharam os manifestantes e então promoveram os episódios de invasão de depredação do patrimônio público. Vieram como uma onda. Algo que nos faz lembrar do modo como a esquerda costuma promover seus protestos. Observando imagens da mídia um ônibus em particular me chamou a atenção. Todos os ocupantes sentados vestidos com camisas amarelas e um ocupante em pé, com uma camisa social azul clara. Destoava dos demais componentes do ônibus. Mas este falava para todos como se instruísse o que precisava ser feito. As imagens foram transmitidas pela rede Globo.

Outro questionamento que venho fazer é sobre a falta de segurança em relação aos prédios que possuem documentos sensíveis aos interesses nacionais e à segurança nacional como o Palácio do Planalto e os processos que estão em julgamento no Supremo Tribunal Federal. Não considerando os projetos no Congresso Nacional que podem causar verdadeiros atrasos ao Brasil. Por onde andava a segurança dos 3 poderes? Lula tem culpa disso, já que ele agora é o presidente do Brasil. Tem que ser responsabilizado por permitir a fragilidade da segurança sabendo que haveria protestos e que estava chegando mais protestantes. Falhou em reforçar a segurança e ainda pior... falhou em enviar agentes de segurança para interromper imediatamente a invasão inicial que se deu no Congresso Nacional.

Especulo que tenha sido conveniente permitir todo esse quebra-quebra. Assim pode o governo solicitar mais dinheiro ao congresso para fazer os devidos reparos e com isso superfaturar nas obras dos três poderes. Também faz com que a opinião pública que sempre foi pacifista e via com bons olhos os manifestantes mudar de opinião ao ver todo o estrago promovido pelos mesmos. Gostaria de entender como uma pessoa que se diz patriota destrói um bem público do seu país. Novamente tenho que dizer que a conta não fecha.

Tudo que a esquerda precisava era acabar com as manifestações que pela resistência ao longo de meses deram tempo suficiente para criarem uma estratégia que implodisse com as manifestações. E nada melhor que os manifestantes fossem responsabilizados pela bagunça. E como fazer isso? Simples! Se aproveitando do efeito manada!

Bastava uma pessoa começar a confusão para que todos seguissem, já que a insatisfação era um sentimento geral e se aproveitando desse estratagema a esquerda promoveu o estouro do gado bastando apenas um marimbondo vermelho.

Leandro Loyola

O GALO E A RAPOSA


Conta a fábula que...

Empoleirado em um alto galho de árvore, o galo estava de sentinela, vigiando o campo para ver se não havia perigo para as galinhas e os pintinhos que andavam à procura de minhocas. A raposa, que passava por ali, imaginou o maravilhoso almoço que teria se comesse um deles. Quando viu o galo de vigia, a raposa logo inventou uma história para enganá-lo.

_ Amigo galo, pode ficar sossegado. Não precisa cantar para avisar as galinhas e os pintinhos que estou chegando! Eu vim em paz.

O galo, desconfiado, perguntou:

_ O que aconteceu? As raposas sempre foram nossas inimigas. Nossos amigos são os patos, os coelhos e os cachorros. Que é isso agora?

Mas a espertalhona continuou:

_ Caro amigo, esse tempo já passou! Todos os bichos fizeram as pazes e estão a conviver em harmonia. O leão decretou que não podemos mais nos agredir e nos alimentar de outros animais. Não somos mais inimigos. Para provar o que digo, estou com o decreto do leão, nosso rei, aqui comigo! Desce e leia por si mesmo! Mas o galo não era tolo e estava desconfiado das intenções da raposa. Então, perguntou:

_ Tens a certeza de que os bichos são todos amigos agora? Isso quer dizer que não tens mais medo dos cães de caça?

_ Claro que não! - confirmou a raposa.

Então o galo disse:

_ Ainda bem! Porque, daqui de cima estou vendo uma matilha de cães vindo para cá. Mas, não há perigo, não é mesmo?

_ O quê?! - gritou a raposa, apavorada e tremendo de medo, fugiu, disparada, antes que os cães chegassem.

Então gritou o galo:

_ Não temas, raposa! Mostre o decreto para os cachorros!

(Adaptado das Fábulas de Esopo)

As lições dessa história:

O galo representa a sociedade desarmada, servil e pacífica. O leão nossos legisladores. Os cães nossas forças armadas e a raposa, o nosso judiciário. A raposa se utiliza das leis em interesse próprio e não como mecanismo de justiça e igualdade. Assim está nosso judiciário. Que fazem interpretações que ferem princípios doutrinários do Direito. É o juspositivismo que acreditam estar acima de muitas coisas, até mesmo do jusnaturalismo. E procuram impor a sua vontade com a legitimação de seus atos através de leis interpretadas como convém seus próprios interesses. Então a sociedade representada pelo galo, que não possui nenhuma forma para se defender fica à mercê de qualquer ação arbitrária e de abuso de autoridade por parte do judiciário brasileiro. E então, deixo aqui uma pergunta:

Quando a raposa deixará de ser uma ameaça à sociedade brasileira?

por: Leandro Loyola

O FUTURO DA REVISTA QSO

 Vivemos numa era onde as mídias se tornaram veículos de informação cada vez mais eficazes. Tanto no sentido da informação como da desinformação. A produção da informação nunca passou por tamanha velocidade e tamanho volume. Hoje em dia o consumo de informação se tornou um problema para quem busca algum assunto específico. São tantos meios de se obter conhecimento que ficamos com a sensação de que iremos explodir com a tamanha quantidade de assuntos que encontramos na internet e especialmente nas redes sociais. 

A televisão que um dia foi a rainha dos lares no horário nobre, atualmente passou a ser a segunda tela nas residências do Brasil. Basta observar quando uma família se reúne na sala, a televisão está ligada em um canal qualquer e as pessoas sentadas nos sofás estão com seus telefones, tablets ou notebooks fazendo o uso da grande rede. Nós estamos conectados com o mundo como nunca estivemos antes e desconectados das pessoas próximas a nós como nunca estivemos.

Algumas mídias deixaram de existir, eram o prenúncio de novas redes mais robustas. Lembramos aqui o ICQ, MSN, ORKUT, que foram as precursoras das redes sociais que conhecemos hoje. O e-mail ainda continua de maneira moderada. Ainda muito utilizada pelas empresas tanto para o marketing quanto para comunicação.

Lembramos que o advento do correio eletrônico revolucionou a forma como nos comunicamos. Muitos diziam que os serviços postais iriam acabar. Havia uma verdade parcial nessas assertivas. Os Correios realmente tiveram que se reinventar para continuarem existindo. Muitos serviços se tornaram obsoletos como exemplo o telegrama e o telégrafo (este já extinto dos serviços dos Correios). Uma prática que antes só perdia para a aquariofilia (criação de peixes) era a filatelia (coleção de selos), hoje já em profundo declínio. Atualmente os serviços que mais faturam para os Correios é a entrega de encomendas realizadas por meio virtual onde a empresa aproveitou sua infraestrutura logística e implementou este serviço. Porém mesmo assim, surgiram diversas empresas logísticas que estão começando a fazer frente a este serviço da ECT que é efusivamente questionada pelos seus usuários da baixa qualidade no trato com as encomendas e os prazos que dificilmente são cumpridos. Isso quando não há greves que causam transtornos aos seus clientes.

Com a evolução das telecomunicações, em especial a telefonia, com a evolução do telefone e de incontáveis aplicativos para estes pequenos aparelhos e a popularização da internet, ficou claro que os orelhões, seriam também alvo da obsolescência. Para os mais antigos, os orelhões de ficha cederam lugar para os orelhões de cartão que caíram na obsolescência após a chegada e popularização dos celulares. Não esquecendo que a evolução tecnológica que tornou possível a retirada de botões destes aparelhos para toques na própria tela fizeram uma outra revolução sobre a própria revolução nas telecomunicações.

Não há dúvidas que o maior promotor de toda essa evolução, sem sombra de dúvidas foi a internet. Os computadores, se tornaram cada vez mais pessoais e cada vez mais populares. E os sites, blogs e as redes sociais tornaram o conhecimento mais disseminado e cada indivíduo um potencial produtor de conteúdo, além de também ser um consumidor.

Cabe também atentar para a produção literária que antes era praticamente impressa e passava por um sistema muito complexo de produção. Essa produção sempre envolveu muitos custos financeiros e demandava muito tempo para edição, publicação e distribuição. Como a internet veio trazendo informação praticamente em tempo real, o mercado produtor de conteúdo sentiu a necessidade de se reinventar, assim como os Correios e demais empresas tiveram que fazer. Para abordar melhor sobre esse tema, vamos falar de jornais impressos, livros e por fim, as revistas. Dessa maneira entraremos de fato na matéria sobre o futuro da revista QSO.

Os jornais impressos sentiram a pressão dos sites de notícias nas últimas décadas

Esta afirmação é uma verdade, quando percebemos os inúmeros títulos de jornais que as bancas vendiam e hoje ainda persistem única e exclusivamente para atender a um público de pessoas idosas que ainda não migraram para a informação digital. Essas pessoas se habituaram a sempre consumirem notícias do dia anterior. Pois sempre foi assim que os jornais trabalhavam as notícias. O fato acontecia e então ia para a redação que buscava implementar a notícia buscando aprofundar mais a informação. Também haviam as colunas, os cadernos que sempre traziam um assunto interessante além das notícias. Mas com a internet e os sites de notícias em tempo real, além da segmentação da informação, tornando-a mais próxima dos consumidores, muitos jornais fecharam. Cabe ressaltar que o custo de produção de jornais envolviam uma grande quantidade de pessoas, desde a captação da notícia até a impressão e distribuição eram muito dispendiosas. E a produção de notícias em um portal de notícias digital seria muito mais econômico e eficiente para quem vive desse tipo de mercado. O fim dos jornais impressos certamente chegará. É uma questão de tempo.

E os livros, como ficam no mundo cada vez mais digital?

Um fato muito interessante que podemos analisar é a indústria literária. O costume do uso de livros na formação do indivíduo faz criar uma certa “dependência” do uso do livro impresso. Pois o hábito de estudar requer fazer anotações, marcações em texto, folhear rapidamente páginas, enfim, a facilidade de uso é notória. Portanto vemos os livros ainda sobrevivendo ao mundo digital por mais algumas décadas. Mas que a tecnologia um dia chegará para facilitar essa mudança não temos dúvida nenhuma.

Para se ter uma ideia do quanto se avançou nesse sentido, os e-readers (leitores eletrônicos) que são aparelhos semelhantes aos conhecidos tablets possuindo uma tela especial chamada de e-paper (papel eletrônico) e com um sistema de apresentação de leitura conhecida como e-ink (tinta eletrônica) sem a retro iluminação dão a sensação de que estamos realmente com uma folha de papel nas mãos. Ainda é uma tecnologia em preto e branco, mas já há diversos projetos em andamento para melhorar ainda mais esse hardware com a possibilidade de tornar coloridas as telas, aumento da velocidade de processamento, durabilidade das baterias, marcações, pesquisas e uma série de possibilidades interativas que provavelmente irão desbancar os livros como conhecemos. Já que será possível levar uma biblioteca inteira nesses aparelhos. Os livros publicados nesses formatos são conhecidos como ebooks e possuem diversas extensões onde as mais utilizadas são EPUB e MOBI.

E as revistas?

As revistas, por serem periódicas, geralmente quinzenais e mensais em sua grande maioria também passaram pelos mesmos problemas dos jornais impressos. Muitas também foram descontinuadas e passaram a existir exclusivamente digitais.

Num primeiro momento das revistas, as distribuições eram feitas em arquivos no formato PDF, assim como é feita a distribuição da revista QSO. Mas, acabaram sendo descontinuadas pois também demandavam um alto custo de produção, já que a diagramação da revista digital neste formato passou a ter dificuldade de se adaptar em telas distintas. Ou seja, os diferentes tamanhos e resoluções de telas em que elas eram consumidas, por exemplo: a apresentação de um formato fixo em PDF no celular é diferente numa tela de tablet e numa tela de computador. Além de considerar que o leitor deve receber a notificação da revista e/ou fazer o seu download para poder ter acesso à leitura.

A revista QSO, percebeu esse problema e para resolver a questão da leitura em telas diferentes mudou o formato de editoração, passando a produzir os textos e imagens em colunas, assim facilitaria para quem costuma fazer a leitura pelo celular, já que este aparelho é o mais utilizado pelos nossos assinantes para leitura. As outras telas a leitura é mais fluida.

Um outro fato é que ler em tela é altamente desgastante e conteúdos muito longos tornam cansativo a sua leitura. Por isso, na era da informação em que vivemos, produzir textos mais enxugados e com mais objetividade é uma necessidade.

Estamos atentos a tudo isso e por esse motivo, a revista QSO está repensando sua maneira de distribuição de conteúdo. Provavelmente, em 2023 a revista QSO poderá encerrar suas publicações como a conhecemos hoje. Ainda estamos estudando a melhor maneira de mantermos vivo esse projeto que inicialmente iria dar suporte aos outros projetos que estamos constantemente anunciando na revista todos esses anos como o Canal QSPapo e os podcasts QTCNews, QSPlay, Contos do Rádio, On The Road e No Balaio. Todos esses projetos são muito maiores do que a revista em si e consequentemente a aquisição de equipamentos, montagem de estúdio, hospedagem, Edição de vídeo, áudio e imagem acabariam onerando muito e como é uma atividade que fazemos por amor ao radioamadorismo, tememos não conseguir dar continuidade a tudo isso.

Por fim, o futuro da revista QSO é incerto. Temos apoio coletivo no Catarse que faz um desconto de 13% (treze por cento) do que recebemos como é contratado. E tivemos a perda de um computador que fazia a edição da revista que acabou sendo parcialmente custeado pelos valores que já se encontravam guardados para implementação do projeto e da ajuda de alguns amigos da revista que contribuíram financeiramente para que pudéssemos financiar um novo computador para não pararmos com a publicação da revista QSO.

A comunidade radioamadorística no Brasil é imensa e se tivéssemos apenas uma pequena contribuição dessa comunidade, certamente não estaríamos passando por isso e consequentemente, não haveria mais a necessidade de estarmos solicitando mais os apoios financeiros como fazemos todos os meses. E o mais importante disso tudo, não são os valores financeiros é o engajamento dos nossos leitores. Se nossos números fossem altos teríamos os valores custeados por anunciantes na revista. Assim ela realmente ficaria 100% gratuita e quiçá poderíamos fazer sorteios de brindes para os nossos leitores.

Por aqui fica um sonho, que por hora não se concluiu ainda. Mas esperamos até o fim deste ano conseguirmos manter a revista como está e em 2023 decidirmos dar continuidade na revista e em todos os projetos futuros ou descontinuar com tudo. Não fazemos nenhum uso dos valores que são destinados a revista, nenhum articulista é remunerado e tão pouco este que assina esta coluna que também edita, editora, publica e distribui a revista QSO.

Sentimos na pele como muitas publicações não são mais produzidas devido às dificuldades que nos são impostas. Cada colaborador, cada apoiador da revista e cada articulista tem de minha parte, em particular, todo meu carinho e apreço. São verdadeiros heróis da resistência. Pessoas abnegadas e dispostas a tornar o radioamadorismo brasileiro um pouco melhor. São pessoas que vão certamente deixar o mundo um pouco melhor do que encontraram. Me resta nesse momento, como fundador e produtor da revista QSO, agradecer profundamente por todas as colaborações e por todo incentivo que recebemos. Lutamos um bom combate. Nos veremos em breve numa próxima oportunidade! E vamos aguardar até dezembro para vermos se a revista seguirá seu caminho ou ficará para a história como mais uma que deixou de ter relevância.

por: Leandro Loyola

AS PESQUISAS TE ENGANAM

 


Há três tipos de mentira: a pequena, a cabeluda e a estatística (Ariano Suassuna)

Uma pergunta: Como Lula pode estar liderando nas pesquisas após todos os escândalos de corrupção em seu governo?

Para responder essa pergunta vamos analisar os fatos. Contra fatos não há argumento como se diz popularmente e neste artigo vamos analisar as campanhas do Lula antes de se tornar presidente e após seus mandatos.

Lula concorreu pela primeira vez à presidência da república no ano de 1989. Seu principal concorrente foi Fernando Collor. Na ocasião, Lula alcançou apenas 17,18% dos votos válidos no primeiro turno com apenas 0,67% a frente do terceiro colocado (Leonel Brizola), quase não chegando ao segundo turno. No segundo turno Lula perdeu para Collor que teve 53,03% dos votos e se tornando então o presidente naquele ano.

Collor acabou sofrendo impeachment e seu vice, Itamar Franco, assumiu o governo tendo como ministro da economia Fernando Henrique Cardoso. Que mais tarde seria candidato a presidente da república.

A segunda disputa do Lula se deu no ano de 1994 quando disputou com Fernando Henrique Cardoso. Este foi eleito em primeiro turno com 54,24% dos votos. Lula perdeu com 27,07%

Obstinado pelo poder, Lula concorreu nas eleições seguintes em 1998 contra Fernando Henrique Cardoso que foi reeleito no primeiro turno das eleições com 53,06%. Lula subiu um pouco em relação à última campanha indo para 31,71%.

Somente nas eleições de 2002 que Lula logrou êxito ao ser eleito no segundo turno com 61,27% dos votos. Isso se deu graças as alianças que formou com diversos partidos, dentre eles: PL, PCdoB, PMN e PCB. O que não ocorreu nas eleições anteriores, mostrando ao PT a importância das alianças políticas que até então não faziam.

Nas eleições de 2006 e contando com sua popularidade, Lula foi reeleito com 60,83% dos votos também no segundo turno. Desta vez com o apoio dos partidos: PRB e PCdoB.

Conseguiu fazer sua sucessora Dilma Roussef nas eleições de 2010 com a ajuda dos partidos: PMDB, PDT, PCdoB, PSB, PR, PRB, PSC, PTC e PTN. Dilma foi eleita também no segundo turno com 56,05% dos votos.

Chegamos então nas eleições de 2014 quando Dilma foi reeleita com 51,64% dos votos. Ainda contando com apoio de diversos partidos como: PMDB, PSD, PP, PR, PDT, PRB, PROS e PCdoB. Teve um mandato complicado, já aparecendo uma série de denúncias que culminaram no seu impeachment. Assumiu seu vice Michel Temer que levou o governo até as eleições de 2018.

Com tantos escândalos nos governos anteriores do PT, Lula acabou sendo condenado em várias instâncias da Justiça brasileira e não conseguindo disputar as eleições de 2018, já que sua candidatura foi indeferida por causa da Lei da Ficha Limpa. O candidato eleito neste ano foi Jair Messias Bolsonaro com 55,13% dos votos no segundo turno.

Considerações:

Toda apresentação acima, conta a história das eleições em que Lula disputou. Portanto, cabe aqui algumas análises que colocam em xeque as pesquisas feitas para as eleições do ano de 2022.

Lula nunca se elegeu em primeiro turno como ocorreu com Fernando Henrique Cardoso. Outro fato relevante é que após tantos escândalos de corrupção sua popularidade (segundo os institutos de pesquisa), continuam em alta.

Retorno então a pergunta inicial deste artigo: Como Lula pode estar liderando nas pesquisas após todos os escândalos de corrupção em seu governo?

Realmente, não dá para a população sentir credibilidade nas pesquisas, já que por onde o Lula passa, as pessoas o rejeitam, com atos e palavras. Ele não consegue sair nas ruas, inclusive em eventos fechados onde se apresenta encontra resistência!

Por outro lado, Jair Bolsonaro, não consegue andar porque a multidão que o acompanha com palavras de ordem como “mito” e “eu vim de graça” são as mais escutadas! Bolsonaro arrebanha uma quantidade inimaginável de pessoas em suas motociatas, inclusive no exterior, o que causa para muitos estrangeiros um espanto terrível. Já que seus políticos não conseguem fazer o mesmo em seus países.

De fato, os institutos de pesquisa no Brasil estão com a credibilidade mais baixa do que nunca na história e unidos às mídias que tendenciosamente combatem o atual governo por questões financeiras precisam que o atual governo seja desfeito para continuarem com o velho sistema no Brasil.

Respondendo então à pergunta; Lula não tem mais o prestígio que possuía, tão logo, não tem mais todas essas intenções de votos que os institutos de pesquisa apontam. Não adianta a mídia, a militância escrachada do STF e tão pouco os institutos de pesquisas, quererem empurrar de goela a baixo no povo brasileiro que Lula é o favorito. Isso Jamais!  

Fontes:

Lista de eleições presidenciais no Brasil – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 1989 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 1994 – Wikipédia,

Eleição presidencial no Brasil em 2002 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 2006 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 2010 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 2014 – Wikipédia

Eleição presidencial no Brasil em 2018 – Wikipédia

NÃO CABE IDEAIS DEMOCRÁTICOS NA ESQUERDA

 

Viva a Democracia! A beleza da Democracia é aceitar opiniões antagônicas em seu meio. É no embate das ideias que se constrói uma sociedade melhor. Porém a pergunta que devemos nos fazer é se de fato a Democracia irá sobreviver como regime no Brasil. Caminhando pelo pátio da UFF de Nova Friburgo, no estado do Rio de janeiro, me deparo com uma faixa da eleição para reitor da universidade. Até aí tudo bem a propaganda, mas quando olhei com mais atenção para o canto inferior esquerdo da faixa... lá estava um símbolo que eu já conhecia bem. Se trata de um símbolo antifascista da esquerda, conhecidos como Antifa!

O curioso é que a opinião política, notoriamente de esquerda dos candidatos a reitoria da UFF se apresenta de forma sutil, mas que visa mostrar para a militância esquerdista que eles são os representantes da esquerda para serem escolhidos na universidade. Imagino como seria tratada uma representação da direita na mesma universidade que, diga-se de passagem, possui maioria com viés ideológico de esquerda. Certamente seriam caçados como animais com insultos de fascistas, homofóbicos, negacionistas, entre tantos outros adjetivos.

O que torna a convivência extremamente complicada no mundo acadêmico não são as disciplinas, mas sim as ideologias que acabam sendo colocadas como prioridade. É por isso que observamos tanta evasão e tão baixa qualidade na formação dos nossos universitários.

Mas a reflexão que desejo trazer é o quão isso é perigoso para nossa sociedade. Uma formação extremamente politizada entregando profissionais que irão ter uma visão de mundo completamente divergente da realidade da nossa sociedade. Para os servidores públicos que trabalham nas universidades fazer política dentro das instituições de ensino não é um problema. O problema é estarmos formando pessoas que irão enfrentar o mercado de trabalho que exige uma visão profissional focada no mercado. E infelizmente, o que se observa é um número enorme de formandos que não atuam em suas áreas de formação por não conseguirem se adaptar ou porque a formação acadêmica não foi suficientemente capaz de trazer a realidade do mercado para as salas de aula.

Conhecer sobre política é uma coisa, militar é outra completamente diferente. Promover debates políticos em universidades é uma coisa positiva, porém, inviável com uma corrente esquerdista tão catequisada e aguerrida que não consegue manter as discussões no campo das ideias, sem que partam para insultos ou agressões verbais e/ou físicas. Assim como ocorreu recentemente com um jovem que defendeu o agronegócio em uma palestra da índia Sonia Guajajara. O professor insultou o aluno, diminuiu o mesmo alegando vários cursos incluindo ser doutor em Harvard.

Minha opinião: Se o comunismo não aceita em seu meio os ideais democráticos, a Democracia não deve também permitir em seu meio esse tipo de pensamento.

Matéria: Aluno defende agronegócio em palestra e é repreendido por professor (canalrural.com.br)