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SPOTAGEM - Seja uma agente do S.A.P.O.

Seja um agente do S.A.P.O. (Sistema Anfíbio de Pulos e Operações) e capture as facções de animais.

Neste jogo, cada jogador é membro do S.A.P.O. e controla quatro agências de inteligência, onde precisam capturar as facções de animais. Se trata de um jugo de cartas com o sistema de vazas. Em cada rodada o jogador tem duas opções: jogar uma carta ou pular. O vencedor de cada rodada é aquele que jogar a carta com valor mais alto. Mas cuidado! No jogo existem bombas relógio, que somam pontos negativos ao jogo.

A graça do jogo está exatamente no uso das bombas relógio, pois se acumular 3 bombas, o jogador perde muitos pontos, mas se este jogador acumular 4 bombas, ele terá uma pontuação positiva. Por isso, o jogo, é muito divertido, pois a ideia é "sabotar" os concorrentes. Este jogo foi lançado pela ACE Studios, uma editora nacional em 2015.

As mecânicas do jogo são: gestão de mão, colecionar componentes, vazas/truques, force sua sorte, seleção de cartas e toma essa! É considerado um jogo de entrada e familiar. Os temas são: animais, fantasia, policial e humor. Podendo participar de 3 a 6 joagadores com tempo médio de 20 minutos. 

OS DESAFIOS ENERGÉTICOS DO BRASIL

A guerra iniciada pela Rússia contra a Ucrânia acende a discussão de um assunto que o Brasil tem caminhado em passos lentos há décadas sobre sua independência energética.

Uma discussão que precisa ser levantada por toda sociedade brasileira é sobre nossas matrizes energéticas. Com a demanda cada vez mais crescente por energia, o Brasil, não tem conseguido resolver os inúmeros problemas relacionados a produção e distribuição de energia. Neste texto, vou tentar ser o mais sucinto possível, pois o tema envolve diversas fontes de energia.

Doutor Eneas Carneiro, antes mesmo de ser deputado, já esbravejava toda sua indignação com o descaso brasileiro neste assunto. Quando um país é dependente de energia elétrica, gás, petróleo, entre outros meios energéticos de outros países, este se torna vulnerável a qualquer situação que possa ocasionar a sua redução ou mesmo interrupção do fornecimento.

Não preciso citar os fatos já ocorridos na história recente do Brasil como os 244 apagões no governo Dilma e no problema com o gás boliviano no governo Lula. Mas essas lições parecem que não foram suficientes para que o Brasil começasse a criar uma política de desenvolvimento energético robusta e responsável. O atual governo tem tentado resolver em alguns aspectos, mas de forma paliativa, incentivando o setor de energia solar para produção de eletricidade e a privatização da Eletrobras. Uma das dificuldades enfrentadas para a privatização é o fato da Eletrobras ser a controladora da Eletronuclear, o que impede sua venda pois na legislação brasileira, empresas privadas não podem operar energia nuclear, ficando esta matriz exclusiva para o Estado. Outra situação é a forte oposição política não querendo que o governo do atual presidente Jair Messias Bolsonaro avance neste sentido.

Para que o Brasil avance no sentido econômico, maior será sua demanda por energia. Este é um gargalo que o próximo governo enfrentará por consequência de anos com investimentos insuficientes no setor energético. E neste sentido, sendo o Brasil um país que importa commodities como o petróleo para que possa ser usado na produção de energia elétrica através de usinas termelétricas, combustíveis e demais derivados para a indústria de transformação, leva o Brasil a ser o 8º país no consumo de petróleo em nível mundial, correspondendo a 2,6% dessa fatia.

Centamente com a guerra iniciada pela Rússia contra a Ucrânia, o impacto causado pela necessidade de petróleo chagará ao Brasil forçando o aumento dos preços em todas as cadeias dependentes dessa comoditie. Estando em ano eleitoral, Bolsonaro enfrentará uma forte cobrança por estes aumentos que não somente o Brasil será a vítima, mas todo resto do mundo. Para se ter uma ideia, os EUA tem buscado estreitar as conversas com países como a Venezuela e o Irã, no sentido de conseguir suprir a sua demanda por petróleo, já que as sanções econômicas aplicadas à Rússia afetarão todo mercado global, inclusive o mercado norte americano.

Como dito, não se trata apenas em resolver o problema da energia elétrica, mas também de outras matrizes que o Brasil necessita para seu desenvolvimento. Logo, soluções precisam ser criadas e ações precisam ser tomadas para se dirimir este problema. É preciso investimento em infraestrutura energética para que o Brasil possa pensar em investimentos nestes setores e não correr atrás pela falta de energia.

Fontes:

País tem 244 apagões na gestão Dilma - Economia - Estado de Minas

Maiores consumidores de petróleo e LGN em 2020 – Snapshots – IBP

A HISTÓRIA DA PIRATARIA NO RÁDIO

 

Você sabe como surgiu a pirataria no rádio e por que tem esse nome?

Acompanhe conosco esse documentário sobre a pirataria no rádio. Sua origem e desdobramentos. Uma história que deu origem ao termo que hoje é usado para significar tudo que é clandestino e/ou falsificado. Essa matéria foi extraída da revista QSO, da qual sou editor e esse documentário é livre para distribuir desde que citado a fonte. Para fazer download do arquivo clique no botão abaixo. Boa leitura!

ÍNDIOS x BICOINS - OS RISCOS ENVOLVIDOS


Não é de se surpreender com o que acontece na esfera pública da administração no Brasil. Isso vale para Estados e Municípios e não somente no âmbito federal. Ao assistir esse vídeo de um pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, podemos perceber como as coisas funcionam de verdade. 


O contrato de 50 milhões de reais seria para ensinar índios a "mexer" com Bitcoin. Para quem não conhece, Bitcoin é uma "moeda virtual", que não se pode rastrear seu proprietário, que também não pode ser tributada, enfim, vem a pergunta:

Qual o interesse em "ensinar" os índios a "mexer" com Bitcoin?

Na verdade, todo curso tem sua parte teórica e prática. A parte teórica seria o aprendizado em si e a parte prática seria a compra dos Bitcoins. Isso é um fato. E quem seriam os possuidores das criptomoedas? Os índios ou o pessoal da Funai?

Minha opinião:

Como sempre, os índios são usados como massa de pressão política, dado o apelo popular em defender essas pessoas que vivem isoladas e sem recursos. Acredito que o índio tem muito mais problemas importantes a serem resolvidos do que lidarem com criptomoedas. Porém, existem desdobramentos que podem ocorrer com o caso dos Bitcoins. Elencarei alguns dos que me vem agora em pensamento que são:
  • Financiamento público de moeda não reconhecida oficialmente. Esse é um ponto a ser observado. Não é possível um governo financiar alguma coisa que pode ser usada contra o Sistema Financeiro Nacional. Sem a devida regulamentação e fiscalização da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Logo o governo não pode fazer esse tipo de aporte.
  • Possibilidade de compra de Bitcoins em nome dos interessados da Funai e não dos índios. Como disse acima, os problemas dos índios brasileiros são outros e Bitcoin não é uma necessidade. Assim sendo, os verdadeiros interessados utilizariam esta criptomoeda para financiar crimes como corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de todo tipo, etc.
Apesar dessa tentativa da Funai ter dado errado, índios lançam uma criptomoeda transcultural com a desculpa da COVID-19 e que vale uma reflexão. Conforme matéria publicada na revista Exame, índios lançaram uma criptomoeda própria. Como sabemos, estas moedas não são rastreáveis e nem tribudadas, dariam aos seus usuários a possibilidade de movimentarem incontáveis somas financeiras sem a devida cobrança de impostos ou mesmo com evasão de divisas sem o conhecimento do governo.

O perigo que vejo nisso tudo são as possibilidades de uso dessa moeda para fins de venda de recursos naturais. Haja visto que não sendo rastreável quem compra e quem vende, todo objeto das negociações, sejam madeiras, metais preciosos, a biodiversidade, enfim, tudo isso pode ser alvo de um contrabando que jamais se descobririam as pessoas envolvidas em caso de apreensão. Por isso, não vejo com bons olhos esse tipo de prática.

Com a criação das criptomoedas indígenas, podemos perceber que isso aumentaria ainda mais o isolamento dos índios. E que o governo precisa com certa brevidade resolver os problemas que apartam os índios da sociedade brasileira e do Brasil. Tenho a impressão que a ideia por trás disso é de fato uma emancipação dos povos indígenas e a criação de um novo país totalmente indígena. Bastando observar como as coisas vem se comportando. O que será um artigo futuro em que vou falar sobre essa situação e que nesta opinião não se aplica, apesar de estar intrinsecamente ligados.

Do mais, quero deixar claro que não sou contra índio ou contra ações que busquem dar qualidade de vida para essas pessoas que vivem em nossas florestas. Porém, é necessário dizer que permitir o uso destes para lobby é um verdadeiro abuso. Uma escravidão ideológica. Isso não deve ser permitido.

Pesquisa:

DISCOVERIES - A CONQUISTA DO OESTE

O jogo Discoveries é uma viagem no tempo. Um tempo em que desbravar o Oeste norte-americano era repleto de aventuras perigosas.

Neste jogo você é convidado a viver as aventuras de Lewis, Clark, Gass ou Ordway, descobrindo espécies novas de animais e vegetais, mapeando rios, montanhas e fazendo contato com tribos indígenas que podem ser amistosas ou não.

A mecânica do jogo é alocação de trabalhadores, rolagem de dados e construção de baralhos. o charme do jogo são os dados que são feitos em madeira. A arte do jogo é muito bonita.

Se você busca um jogo temático que pode ser jogado com toda família, Discoveries é uma excelente pedida.

COMO É BOM ESTAR EM CASA NOVAMENTE

Me sinto velho e fraco. Para Gilwell vou voltar. Lá um curso assim que eu possa vou tomar!

Nova Friburgo, 1989... um ano que nunca me esquecerei e que guardo em minhas lembranças com muito carinho e saudosismo. Estava indo para a antiga quinta série do ensino fundamental (atualmente sexto ano), quando tive contato com um senhor que se cumprimentava todos os alunos do colégio Anchieta. Todos os dias, na entrada do colégio, lá estava ele. De pé, ao fim de uma escadaria com mais de cinquenta degraus, cumprimentando cada aluno pelo seu nome, com um bom dia que nos fazia se sentir bem. Alguns alunos ele dava a mão esquerda e levava a mão direita sobre a fronte e dizia para alguns; “O Melhor Possível” e para outros “Sempre Alerta”. Não entendia o que aquilo significava. Até que um dia eu tomei a atitude de cumprimentar ele com a mão esquerda e ele sorriu para mim e disse: "Você quer ser escoteiro?"

Foi então que entendi o que aquilo significava, era um cumprimento! Imediatamente respondi ao padre Selvaggi que sim, que queria muito ser escoteiro e que jamais imaginei estar tão perto do escotismo como estava naquele momento. Sempre quis ser escoteiro! Lembro de ter visto filmes americanos sobre escotismo na década de 80. E queria muito ser. Achava que não existia no Brasil o escotismo. Lembrando que estamos falando de uma época que não existia internet.

Na época o 40º Grupo Escoteiro Anchieta possuía todos os ramos escoteiros, porém a tropa escoteira era dividida em duas. Havia a tropa escoteira do colégio e o padre Selvaggi possuía uma patrulha, que ele mesmo chefiava. Essa patrulha era a patrulha do padre Selvaggi e eu tive a honra de ser um dos seus escoteiros. Além das reuniões normais do grupo, nós da patrulha do padre, tínhamos durante a semana alguns encontros com ele para tomarmos instruções.

Comecei como lobinho, porém, já estava próximo da idade de ser escoteiro e logo fui para a patrulha do pe. Selvaggi. Foram muitas aventuras vividas nesse período da minha infância. Trago no coração uma saudade muito grande do meu querido amigo pe. Giovanni Sevaggi. Que grande honra tenho em ter sido escoteiro do fundador do grupo.

Na minha caminhada como escoteiro, conheci muitas pessoas, irmãos e irmãs de fraternidade que até hoje mantenho contato. Apesar da vida nos ter tirado alguns e outros estarem muito distantes, ainda nos falamos pelas redes sociais. Neste artigo, quero externar a minha gratidão ao chefe Marcelo do GE Anchieta e sua esposa, chefe Eliane, por me auxiliar a retornar ao movimento escoteiro. Um desejo que estava me consumindo há tempos em retornar para a minha antiga casa.

Muitos projetos do grupo estão sendo preparados para o ano de 2022. E quero poder fazer parte dessa nova caminhada. Estou preparando uma página de internet independente para o fomento do escotismo no Brasil. Em breve você poderá acessar a página escotismo.com.br e acompanhar comigo as aventuras escoteiras.

FACEBOOK: UM PARADOXO SOCIAL

 Desde sua criação o Facebook tem aproximado pessoas. Porém, é verdadeiro que promoveu a ruptura de muitas amizades e até mesmo, casamentos.

Quando fiz a minha conta no Facebook a minha maior intenção era de usar a rede social como uma agenda de contatos. Na verdade, seria uma espécie de repositório dos amigos que tinha. Não queria, naquele momento, perder o contato dos amigos que já não via há tempo e que estavam muito distantes. Em seguida, o Facebook me ofereceu uma outra oportunidade. De conhecer pessoas novas. Pessoas que de alguma forma tivessem alguma afinidade comigo ou que tivesse os mesmos interesses que eu em determinados assuntos. Afinal de contas, essa é uma excelente ferramenta para isso.

Quem não se lembra do botão “cutucar”? Este recurso acabou sendo descontinuado na plataforma após um tempo. Sua única função era informar a quem você cutucasse que você estava “mexendo” com ela. Acabou caindo no desuso após um tempo e por isso foi descontinuado.

Quando comecei no Facebook, ainda não havia uma tradução para o português. Quase nenhum dos meus contatos pessoais faziam uso da rede. E naquele tempo, a rede funcionava bem ao que se propunha. Com o passar do tempo, o Facebook foi se agigantando. E hoje se tornou a maior plataforma de redes sociais do mundo, sem nenhuma dúvida.

Com o crescimento muitos recursos foram adicionados como: grupos, páginas, marketplace, entre outros. Alguns foram descontinuados como cutucar e notas, por exemplo. A plataforma foi de modelando com o tempo e assim como os recursos crescente o número de usuários não foi diferente.

Atualmente, o Facebook, se tornou um oceano de informações. Verdadeiras ou não, as pessoas passaram a utilizar a plataforma para atividades que vão muito além de ter amigos. Hoje, o Facebook é um lugar onde tudo é discutido. Claro que ainda há uma moderação em relação o que se pode ou não publicar. Existe uma política da empresa quanto a isso.

E por falar em política, esta talvez seja a grande fonte de discórdia e confusão na plataforma. Nos EUA e no Brasil, o Facebook tem se tornado o centro das atenções no tocante aos conflitos ideológicos. O que, de início, foi criado para aproximar as pessoas, hoje está servindo de arena para contendas ideológicas. Infelizmente inúmeras amizades estão se desfazendo por causa desse assunto. Não considerando os problemas conjugais que o Facebook promoveu também. Em alguns momentos, pessoas se conheceram e se apaixonaram graças a esta rede social e em outros momentos, namoros, noivados e até casamentos se acabaram por ela mesma.

O Facebook evoluiu muito rápido como uma rede social. Ofereceu muitos recursos aos seus usuários, porém, não encontra mesma a evolução das pessoas que utilizam esta plataforma. Por ser um ponto de encontro, um organismo composto por pessoas de diferentes culturas, diferentes níveis sociais, ideológicos, econômicos e tudo mais, questões como moralidade, respeito, ética, entre outros, não são observados pela esmagadora maioria de usuários da plataforma.

Costumo dizer que a time line (linha do tempo), do Facebook é como um poço sem fundo. Quanto mais rolamos as mensagens postadas, mais mensagens encontraremos. Isso não tem fim. E é por esse motivo e pelos diversos serviços oferecidos dentro da plataforma que perdemos um tempo considerável de nossas vidas em mensagens que não nos acrescentam em nada em sua grande maioria.

Para o Facebook, quanto mais tempo o usuário ficar em sua rede, maior é o seu faturamento, pois atualmente, a empresa possui um “Big Data” capaz de coletar informações do usuário e uma inteligência artificial capaz interagir com este e apresentar em sua tela produtos ou serviços que outrora havia pesquisado. Assim, aproximando o interesse recente do usuário com um cliente da empresa que oferece exatamente aquilo que é demandado. Ou seja, o Facebook está aprendendo com o comportamento dos seus usuários e está potencializando ainda mais sua capacidade de reter esses usuários em sua plataforma.

Quando o Facebook e suas subsidiárias, como Whatsapp e Instagram passaram por um momento de instabilidade onde os serviços ficaram indisponíveis, inúmeras pessoas passaram por crise de abstinência. Assim como uma droga, o Facebook oferece aos seus usuários uma certa dose de prazer. Assim se tornando uma espécie de “anestésico social”.

Sabemos que esta rede é uma ferramenta muito útil para nos aproximar de pessoas, porém precisamos tomar consciência de que podemos nos escravizar, se nos permitirmos que ela domine nosso subconsciente com situações provocadas pelos próprios usuários quando colocam em xeque nossas convicções religiosas, ideológicas, políticas, etc.

Ficar atento ao que nós fazemos e o que queremos nessa rede é fundamental para não passarmos por situações de constrangimento ou estresse. E principalmente, educar os jovens sobre a complexidade de uma rede social e suas armadilhas é imperativo.